Arquivo para janeiro, 2009

Um Andershow de entrevista

Posted in O mundo cruel with tags , , , , on 29/01/2009 by andreifonseca

Admito que aprender uma língua não é lá essas coisas para quem teve pouco contato ou nenhum com ela. Vindo de origem humilde, o jogador de futebol Anderson, teve que se adaptar ao inglês ao se transferir para o Manchester United, da Inglaterra, no ano passado.

 

Descontos a parte, não posso deixar de comentar a pérola que foi sua primeira entrevista. Numa mistura de inglês com português, palavras inventadas e diversos verbetes que lembram pelo menos outros seis idiomas, Anderson é um show de embromation. Admiro a coragem dele de encarar confiantemente o repórter. Mas ficou absurdamente hilário. Imagino o coitado do jornalista e o pobre público, que não deve ter entendido nada.

 

O vídeo fala por si. Enjoy it, my friends.

 

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Little Joy rocks!

Posted in Testemunha ocular dos fatos, Uncategorized with tags , , , , , on 28/01/2009 by andreifonseca

Ontem assisti ao show do Little Joy no Opinião. Mesmo com intenso calor, os caras (e a cara) mandaram muito bem. A música é inovadora, tem um lance bem praiano com pitadas de rock. O band leader, Rodrigo Amarante, é carismático, o guitarrista parece Jesus Cristo e a vocalista fica uma graça no vestidinho que tava usando. Me chamou muita atenção o fervor do público, que cantou boa parte das canções. Outro dado interessante é que a banda é baseada em Los Angeles, e acabou conhecida aqui pela página no MySpace.
Viva a tecnologia.
Mas o calor tava insuportável. Além de estar mega lotado, o ar-condicionado não dava vencimento. A Cerveja, como sempre, foi a salvação.

Sobre o BBBosta
Saiu o vovô da casa, que é Norberto mesmo. Mas não vi o programa. Tô bem por fora. BBB definitivamente não anda me empolgando.

Big Bunda Brasil

Posted in Mural, Uncategorized with tags , , , , on 27/01/2009 by andreifonseca

Não sou um grande fã de Big Brother. Já acompanhei algumas edições, confesso, mas realmente não acho um programa fascinante. A vida alheia não é algo que me interessa.

Sempre achei divertido ver as festas, as sacanagens, as disputas de egos, as pauleiras e moças na piscina. De resto, nada mais. Dessa edição, só vi a votação do paredão de domingo. Nada mais.

Do pouco que assisti, percebi que tem duas mulheres lindas (Francine uma delas, se não me engano), uma senhora bem doidinha, um velho mau-humorado, e uma morena chubby, peituda e bunduda, que se entragolou e deu em cima de dois até conseguir levar uns amassos. Nada de muito empolgante.

Pude perceber que o mau-humorado (Norberto, eu acho) é quem vai bailar agora. Apostaria nele. Já para vencedor da bolada, acho que deve ficar entre o gaúcho foguinho de óculos ou a morena peituda atiradinha. Talvez eu faça outro post daqui um tempo com nomes de cada um, mas atualmente isto é impossível.

Achei as regras um pouco bagunçadas. Tem muitas novidades, bolas brancas e pretas, casa pequena e grande, etc.

Achei divertida a babada do Pedro Bial ao questionar um participante de quem ele chutaria que iria ao padão. “Ô, Fulano.. quem você CHUPA, ou melhor, chuta que vai ao paredão agora?”.

Vamos ver no que dá. E esperar os ensaios fotográficos das participantes.

Os posts

Posted in Mural, Uncategorized with tags , , on 26/01/2009 by andreifonseca

Pessoal.

Estava pensando… será que escrevo posts muito compridos? Vocês gostam de ler? Os comentários, até agora, têm sido positivos.

E os temas? Que vocês têm achado? É uma mistura maluca mas é o que tá na minha cabeça.

Me divirto bastante com as estatísticas, tem muitos dados interessantes. O campeão disparado é o post da agência holandesa sobre o filme da vagina. Nooooossa! Vagina como tag deu muita audiência. O que deve ter de gente procurando vagina e daí entra no meu blog e acha a visão dela sobre a vida. Enfim, a palavra vagina chama público. Inspirado pelo Big Brother (outro termo que deve aumentar visitas), vou promover a baixaria: VAGINA, VAGINA, VAGINA, VAGINA, VAGINA, VAGINA, VAGINA, VAGINA, VAGINA!! UH, VAGINA! UH, VAGINA!

Pronto, enchi meu blog de vaginas. Enjoy it.

A segunda estatueta póstuma da história

Posted in Mural with tags , , on 23/01/2009 by andreifonseca

Não costumo comentar sobre cinema (até pelo considerável desconhecimento sobre o tema), mas decidi me manifestar sobre algo que me impactou muito.

 

No início, fui resistente a assistir Batman – O Cavaleiro das Trevas, mas um amigo meu disse a senha que me convenceu. “Cara, é um filme policial, um puta suspense. Não tem tanto esse lance de super-herói”. Decidi arriscar e saí extasiado do cinema, após conferir uma atuação surpreendente do Heath Ledger.

 

Coringa é um personagem bastante caricato, a começar pela estampa. Porém, a interpretação e o perfil psicopata criado pelo ator australiano são incríveis. O personagem provoca uma mescla de medo com divertimento no público, transmitindo uma sensação de instabilidade do tipo “quero rir, mas o próximo poderá ser eu”.

 

Realmente, o Coringa de Ledger é diferente. O gestual, o deboche e insanidade que ele mostra são impressionantes. Lembro da cena que ele faz um lápis desaparecer, no que deveria ser uma mágica, e vira um assassinato de um guarda-costas de gângster.

 

Heath Ledger nos deixou cedo através de uma overdose acidental e tende a virar mito e tema de camiseta de adolescentes. Antes de assistir ao seu último filme, nunca havia prestado atenção em seu talento. Mas o cara era foda.

 

Acredito e torço muito para o segundo Oscar da história (o primeiro foi para Peter Finch, em Rede de Intrigas, em 1976) seja para ele, onde concorre na categoria Melhor Ator Coadjuvante.

Encerro com a cena “Why So Serious?” que causa arrepios pela frieza e malevolência do personagem. So… let’s put a smile in your face!

O causo do padre endiabrado

Posted in Histórias - A vida foi assim with tags , , , on 21/01/2009 by andreifonseca

Essa meu pai me passou, tendo meus tios mineiros como testemunhas.

 

Na década de 40, em Santa Rita do Rio Abaixo Estação de Ibitutinga – Município de São João Del Rey (experimentem falar isso rápido com sotaque mineiro, é radical), Minas Gerais, havia um padre famoso na cidade. Era um sacerdote fervoroso, daqueles clássicos de localidades pequenas.

 

Conhecido por todos, o tal padre era a grande referência, sendo muito requisitado para conselhos, confissões, prosas e tudo mais. Mas, ele já estava numa idade avançada e começou a caducar. Com o passar dos meses, seus sermões ficavam esquisitos. Ele sempre inventava uma coisa diferente e até mudava o discurso, às vezes, acrescentando detalhes e histórias não exatamente contidas no livro sagrado.

 

Crentes na idoneidade do santo homem e sem embasamento cultural suficiente para pensar diferente, a população de SRRAEIMSJDR (resolvi abreviar o nome da cidade) ouvia confusa aos cultos.

 

Até que, em um determinado dia, o nosso personagem extrapolou. Numa parte da missa, o sacerdote parou e encarou por alguns segundos a população e disparou:

 

– Irmããããoooss e irmãããsss! Aqui nesta santa casa, há alguém excomungado!

 

Putz, perplexidade geral. A população olha apavorada para o padre, que continua:

 

– E nós vamos descobrir quem é o ser adepto de práticas não-católicas! Quem é o mais novo seguidor do capeeeta! Eu vou desmascaráááááá-lo!

 

A ansiedade reinava no recinto. As pessoas se entreolhavam em busca de um indício que apontasse quem era o tal referido. Até que o sacerdote veio com a solução:

 

– Vou virar de costas e jogar o meu cajado para cima! Na pessoa que esse santo objeto cair, estará o pecador!

 

Agito geral na igreja. A população, totalmente inquieta, aguardava impaciente. O sacerdote fica de costas, ergue o braço e… lança bravamente o cajado para cima.

 

Suspense.

 

O objeto gira e viaja no ar em alta velocidade até bater no teto e começar a cair. Todos os olhos do recinto acompanham a queda do cajado que vem descendo, descendo, descendo até que…. PAFT! Bate nas costas do… padre!

 

Óóóóóóóó!! A cena ficou congelada. As pessoas, pasmas com a revelação, encaravam o sacerdote com pânico e apreensão.

 

Contam, meus tios, que o padre não ficou muito tempo mais na paróquia, sendo substituído. E que, certa feita, uma das testemunhas contava essa história em um armazém para um bando de capiaus. No exato momento que relatava a trajetória do cajado, uma moranga que estava pendurava caiu e bateu no chão, derrubando uma série de coisas de uma prateleira. Todos fizeram o sinal da cruz e o assunto nunca mais foi comentado.

O final do concurso do Cu

Posted in Uncategorized with tags , on 16/01/2009 by andreifonseca

Pessoal.

Só para dizer que a Ju já está no Brasil e ela já escolheu aquele que melhor tomou no cu, quer dizer, que escreveu a frase sobre tomar no Cú Bar. Vou combinar com ela como vamos fazer a entrega do brinde e, assim que tivermos definido, avisamos vocês.

Por enquanto… segredo.