Carnaval… e aí?

Para aqueles que leram meu post sobre o ano novo, não pensem que eu sou o presidente do clube do ódio. Apenas não sou adepto dessas datas festivas. E o mesmo ocorre com carnaval.

 

Não ando com paciência para bailes intermináveis, normalmente com um hit de axé ou funk que toca durante a noite toda. Lembro do Funk do Tigrão. Cristo! Ainda tenho ecos do refrão na minha cabeça. Que trauma.

Qual será a cruz musical que vamos carregar esse ano, hein?

 

Ou sou bastante azarado ou ainda não consegui curtir um baile de carnaval que fosse 100% divertido. O melhor que me lembro foi em Capão da Canoa com uma turma de amigos, quando fomos em um bloco “fazer a noite” no Ibiza. Teve outro ano que compramos sprays de espuma e tocamos o terror nas pessoas que passavam na frente dos bailes, regados a isopores de cerveja. São as duas recordações mais agradáveis.

 

Mas, se tem uma coisa não agüento mais é assistir aos desfiles das escolas de samba. Ah, é muito chato. Antes, eu torcia para a Imperadores e para a Mangueira, mas agora já procuro me ocupar com Telecine ou Playstation.

 

Ainda não decidi onde vou passar o mais famoso feriado brasileiro. Aceito sugestões.

2 Respostas to “Carnaval… e aí?”

  1. Bruno Says:

    ah, fala a verdade, Andrei. tu gostava mesmo era da noite do vira (mulher vestida de homem e homem vestido de mulher). Hehehehe
    Tu ficava lá na frente do Ibiza, vestido com uma minisaia (agora é junto, separado, com hífen ou sem?) um bustiê e dando a tua famosa risada e gritando: vou mostrar que sou Tigrão!!
    Devia ser algo um tanto quanto “encagaçante”.

  2. perdeu, preibói. tu pega essas festa de rico aí, ibiza e afins, e o carnaval fica só no beijo.
    por exemplo: eu passei anos seguidos no cassino, logo eu ia pra SAC com a minha turma. em 2003 a gente inventou de ir de juiz de futebol, com cartão vermelho e cartão VERDE (sacou, né?). no dia seguinte, nos apontavam na rua:
    – E AÍ JUIZ!!!
    no último baile eu botei uma meia na cabeça e fui de juiz ladrão. os guris disseram que ninguém ia entender, mas ainda na avenida, indo pro bagulho, um cara me apontou do alto de um prédio de 4 andares:
    – UAH! É O JUIZ LADRÃO!
    quase chorei.

    em 2005 eu e o fernando, que era cabeludo e barbudo como eu, inventamos de ir de Jesus Cristo, os dois. no dia seguinte, na rua:
    – E AÍ JESUS!!
    abençoei muita gente naquelas noites.

    nos dois casos, fomos a sensação do baile.

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