Barack Obama … ou seria “Ograna”?

Foi um trocadilho infame, eu sei. Mas, em homenagem aos 100 dias do primeiro presidente negro norte-americano completados ontem, decidi escrever sobre minha admiração sobre a pessoa Barack e a figura pública Obama.

 

Em um período de crise vivido em todo mundo, parece que desceu a Terra o salvador. Pelo menos, esta é a imagem que Barack Obama transmite e que acredito é sentida pela maioria das pessoas ao redor do planeta, principalmente nos Estados Unidos. O cara assume no lugar do Bush, tirano de carteirinha, e anuncia retirada das tropas do Iraque, um mega pacote econômico salvador (que não foi lá essas coisas, diga-se de passagem) e fechamento da prisão de Guantánamo (considerada linda pelas misses sei lá da onde). Tem que ter peito, velho.

 

Fora isso, a própria apresentação pessoal de Obama é contagiante. Ele é carismático por natureza. Por onde passa, deixa seguidores e admiradores. E ainda diz pro Lula que ele é o cara (não é, na minha opinião). Mas acho bem interessante o fascínio dele pelos países latinos. Até Fidel Castro, eterno ditador de abrigo da Adidas, queria saber “o que poderia fazer para ajudá-lo”. Impressionante!

 

Mas o meu trocadilho ridículo se deve ao fato que vou narrar agora. Durante o período eleitoral norte-americano, me cadastrei no site do Obama, e manifestei todo meu apoio, como brasileiro e jornalista, a sua candidatura. Recebi um e-mail de agradecimento. Mas daí, começou o inferno. Toda semana chegava um e-mail com uma desculpa qualquer para me pedir US$ 5,00, pelo menos, como contribuição para a sua campanha presidencial. Ora, ora, Barack… e o papo de “Yes, we can”? Com o meu Money é easy, né, filhote?

 

E assim foi… não cancelei a assinatura por que queria ver até onde iria. Até que ele foi eleito. E vinha mensagem do Obama, da Michelle, do Joe Biden (o vice-presidente, para os desavisados), e até do staff da campanha. Daí, os pedidos, ao invés da campanha, passaram a ser para um tal fundo de ajuda a não sei quem. Pô! E quem me ajuda, nego véio? Dá um apê pro Tata aqui! Em SoHo, New York, please.

 

É bem verdade que a freqüência diminuiu, mas ainda chegam alguns. Tem vindo e-mail com mensagens em primeira mão do homem mais poderoso do mundo, com informações de governo. Isso eu acho bem interessante. Relacionamento direito com pessoas que o suportam. Mas pô… a crise ta aqui também, né, senhores? Vamos parar com essa aí de mendigar. Na minha próxima viagem, vocês vão ter a minha doação, pois vou contribuir movimentando a economia.

 

Bom feriado, amigos.

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