Twittermania

Há um bom tempo, eu era resistente a novidades da internet. Quando surgiu o Orkut, eu demorei um pouco a fazer o meu perfil, e sempre ficava boiando ao ouvir histórias sobre a incrível rede de relacionamento que se formara. Mas acabei aderindo. E, entre mortos e feridos, não me arrependo de ter entrado, pois fiz contatos, conheci pessoas e reencontrei gente que não via há muuuuuuito tempo e, sem o Orkut, ficaria mais tempo ainda sem ter notícias.

Embora eu adore a maioria das comunidades que eu tenho, atualmente só uso o Orkut para não esquecer dos aniversários dos meus amigos. Me faz sentir mais sociável em meio a uma vida agitadíssima. Ah! Também brinco com o bonequinho aquele… Buddy Poke, né? O meu ficou bem parecido.

Também há os blogs, Flickr, Fotologs, Facebook e mais uma porrada de outras coisas. Destes, cheguei primeiro no Facebook, e a maioria dos meus amigos são de fora do Brasil. Interessante. Blog, bem demorei para aderir. E os outros… não, obrigado. Assim já ta bom. Além do mais, fotos minhas na rede? Não, não.

Mas a mania agora é o tal do Twitter. Bah, aqui na agência já houve discussões quase que intermináveis sobre essa ferramenta. Eu confesso que estou bastante empolgado. Para esse caso, fiz o meu perfil logo no início da aparição.

Eu acho o Twitter prático. Sigo (esse é o termo) uma rede bem interessante de pessoas e instituições. E alguns fakes para me divertir. Na minha opinião, a obrigação de mensagens sintéticas forçam a objetividade e, por conseqüência, a criatividade de quem as posta.

Já descobri várias coisas interessantes, curiosidades e, inclusive, notícias em primeira mão. A BBC Brasil é ótima, recomendo. Pena que, as vezes, repete algumas informações e polui a minha página. Sigo agências de publicidade para saber das novidades, como a Talent, DM9DDB, BBH/ New York e JWT.

Tenho (a sorte de ter) vários “seguidos” criativos. O Juliano Schuler do ClicRBS é genial, a Luci (que atende pelo codinome de Ace Of Hearts), da DCS, tem uma ironia e sarcasmo fantásticos, o Will dá dicas musicais furadas e relata o seu cotidiano engraçado, e por aí vai. Tem até a Twitess, que enriquece meu arsenal de informações interessantes e, as vezes, úteis.

Claro que temos que contabilizar as bobagens também. Já li coisas do tipo “Minha irmã está fazendo chapinha do meu lado”, “Alguém me explica para que servem os botões coloridos do controle da NET?”, ou então a de hoje “Será que tudo na vida tem explicação?”. Foi no Twitter que surgiu a campanha do “Xixi no Banho”. Alguns foram mais além, sugerindo que o “número 2” também seria ecológico. Eca! Mas me divertem igualmente.

A real utilidade do Twitter ainda não foi totalmente descoberta. O futuro é duvidoso. Mas o certo é que, sem dúvida, o Twitter é a ferramenta do momento na internet. Quem quiser me adicionar vá lá e procure por Andrei Fonseca. Não costumo escrever muito. Pretendo me esforçar mais.

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