Arquivo para junho, 2009

Oinc, oinc!

Posted in Histórias - A vida foi assim, O mundo cruel with tags , , , , , on 30/06/2009 by andreifonseca

Esperei um pouco para contar essa incrível história que só podia acontecer comigo. Aliás, com mais um amigo meu também. Mas isso fica pro final.

No meu último dia em Buenos Aires, me senti mal, com febre e dores no corpo. Achei que tava tudo bem, afinal, estava na hora de voltar e deveria ser o cansaço de tanto caminhar.

Durante o vôo de volta, a Ju notou que eu estava com febre. No exato momento, o comandante anunciou: “aqueles passageiros que sentirem febre e dores no corpo devem se identificar ao nosso pessoal em terra para que recebam os cuidados médicos necessários”.

Gelei. Bah. Fiquei imóvel e fechei a cara até o final do vôo. No desembarque, pagamos as malas e fomos até o Hospital São Lucas da PUC para fazer exames. A emergência estava vazia e fomos atendidos rapidamente.

Assim que eu comecei a explicar meu caso para o médico, ele se indignou, levantou e foi buscar máscaras. Pensei calmamente… “Fodeu!”. Tive que ficar isolado em uma sala, sem sinal e quase sem bateria no celular, somente com a possibilidade de ouvir Ipod.

A Ju, do outro lado, questionava incessantemente a necessidade dela fazer exames. Porém, foi liberada. E eu fiquei lá, com a máscara e o isolamento. Tive que fazer exame de sangue para saber se eu estava com uma virose.

Antes mesmo do resultado chegar, decidiram me mandar para o Hospital Conceição para fazer o teste específico da gripe A H1N1. Como um familiar tinha que ir junto, minha mãe foi avisada. Essa foi a parte mais engraçada. Ela ficou a-pa-vo-ra-da! Se encheu de máscara e avental.

Com tudo pronto, chamaram uma ambulância da SAMU para me transferir. Sim, isso mesmo. Uma ambulância da SAMU. E lá fui eu, sentado na parte de trás, sozinho, ouvindo música, enquanto o motorista fazia zigue-zague na avenida Ipiranga e na Terceira Perimetral. O barulho da sirene era irritante.

Ao chegar no Conceição, o médico me examinou e, 30 minutos depois, pediu que eu tirasse a máscara. Estava descartada a minha possibilidade de ter contraído gripe suína, ou H1N1, ou gripe A. Porém, foi recomendado que eu ficasse em casa por cinco dias. Meu chefe concordou.

Quando isso ocorreu comigo, não havia ainda esse frenesi em relação à nova gripe. Agora existe uma real preocupação com as pessoas que vêm da Argentina. Inclusive, já contabilizamos a primeira morte em decorrência dessa doença aqui no Brasil.

Esse “susto” me ensinou algumas coisas. Por vezes, fui encarado como monstro, como portador de uma doença séria, uma forte ameaça a saúde da população. Pessoas me olharam com desprezo e nojo. Sabia que eu estava bem e tinha vontade de dizer isso ao mundo. Aprendi muito sobre preconceito com essa experiência.

Por fim, gosto sempre ver o lado engraçado da coisa. Sem mais delongas, recomendo o blog do meu amigo Vinícius, que passou pela mesma coisa, porém com um certo agravante. Confiram aqui.

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Black and White

Posted in Mural, O mundo cruel with tags , , , , , on 26/06/2009 by andreifonseca

Ouvia o Correspondente Ipiranga, da Rádio Gaúcha, ontem, quando o Rafael Colling leu a manchete: “Em instantes: morre o cantor Michael Jackson”. Esse é o momento que a sua cabeça pára. É impossível não ficar chocado com uma notícia como essa.

Há muitas coisas a serem ditas sobe ele. Indiscutivelmente, era o Rei do Pop. O cara fez uma história sem igual no mundo das estrelas. O Planeta Terra ouviu, canto, dançou e discutiu Michael Jackson. Uns o odiavam, outros o veneravam. Eu fico no meio termo. Dentre as várias coisas a serem ditas, prefiro deixa a polêmica de lado e me centrar nas lembranças que terei dele.

Quando eu era pequeno, Michael Jackson estava no auge. Não lembro ao certo se era no Master System ou no Mega Drive, mas a sensação era um jogo com o cantor como personagem principal, chamado Moonwalker, o mesmo nome da dança que ele imortalizou. Aliás, esse era a grande sacada. O personagem fazia os passos através de uma seqüência infernal de botões e comandos e os “inimigos” eram derrotados.

Eu tinha uma maletinha onde eu guardava as minhas fitas K7. Tinha de tudo ali, desde trilha sonora da novela Top Model até Ramones. E lá estava a cópia de Dangerous. Eu adorava a música Black or White. O clipe passava sempre na MTV (quando o canal vivia um momento excelente). Meu irmão adorava imitar o Michael Jackson.

O mundo da música ficou órfão de um gênio. Não há como contestar o dono do disco mais vendido da história – Thriller, com 106 milhões de cópias. Sem falar nas performances revolucionárias.

O rei dá adeus aos fãs

O rei dá adeus aos fãs

Bem, agora que passou o luto, vamos inaugurar a sessão de piadas com a morte de Michael Jackson. Sim, afinal é sexta-feira, eu vou no Churrasquinho do Chef com a Ju, a Fabi e um monte de malucos e temos que manter exercitar o repertório para a noite.

Lista de piadas sobre a morte de Michael Jackson, algumas feitas por mim, mas resolvi comentar todas, inclusive as minhas. Comecei pelas leves e terminei com as pesadas:

– Houve demora para decretar a morte de Michael Jackson porque ele já chegou pálido ao hospital. (ta.. é… fraquinha)

– Agora vai ficar mais fácil dele fazer o “Moonwalker”. (hehehehe… gostei)

– Qual a semelhança entre o Michael Jackson e o Internacional? Os dois morrem em casa! (He-he-he-he… risada nervosa)

– Pessoas que usam máscaras contra a gripe suína serão confundidas com fãs do cantor. (criativa, pelo menos)

– Michael Jackson se esforçou tanto para ficar branco e conseguiu “subitamente”. (como eu gosto dessas ironias)

– Michael Jackson, logo que chegou ao céu, perguntou pelo “menino Jesus” (uuuuuui! Vou ser processado pela Igreja e o Silas vai vir atrás de mim)

– Barack Obama decretou luto oficial nas creches e berçários americanos. (foda-se o politicamente correto, ta? Foda-se!)

Continuem a lista, por favor, nos comentários.

Brasileiros fora do Brasil

Posted in Mural, O mundo cruel with tags , , , , , , on 24/06/2009 by andreifonseca

Eu tenho muito orgulho de ter nascido neste país. O slogan da TAM me serve: orgulho de ser brasileiro. A nossa cultura gira em torno de uma alegria que me fascina. Temos um jeito próprio que nem mesmo os países mais desenvolvidos conseguem copiar. É um mistério e motivo de inveja para outras nações.

Porém, tem algo que me irrita MUITO nos brasileiros em geral (não são todos, óbvio): a postura quando estamos fora do país. Parece que a gente não sabe (ou não quer) se comportar em um país com uma cultura diferente. Ficamos tomados pela síndrome da criança que é a alegria dos pais dentro de casa mas quando sai de casa vira uma peste, fica impossível.

Tenho muitos exemplos para contar. Na minha visita recente à Argentina, observava um grupo caminhando em um shopping. Era o destaque. Os filhos gritavam para chamar atenção dos pais, corriam, se jogavam no chão. E os pais riam, achavam divertido. E mais: comentavam abertamente, com alto e bom som, o que achavam de argentinos, das roupas, do gestual, etc. Oh, God!

Fora que alguns têm a síndrome da vitória, ou sejam, precisam fazer as coisas antes que os outros, senão saem perdendo. Se alguém entra na frente deles no elevador ou na escada rolante é motivo de pavor. Para evitar isso, correm e se jogam na frente, para depois ficar com a aquele olhar de superioridade (eu venci! Eu venci! A escada rolante é minha! Yes!).

Na última vez que voltei de New York, cheguei no Liberty international Airport quatro horas antes do vôo. Feito o check in, fui abençoado com um bar em frente ao meu portão de embarque para passar o tempo. Casualmente, no portão ao lado, o destino era Oslo, na Noruega.

Amigos… a diferença era abismal. Os vôos tinham 20 minutos de diferença de partida. Os passageiros para Oslo estavam sentados num silêncio sepulcral, enquanto os viajantes para São Paulo falavam alto, abriam malas para mostrar os presentes uns aos outros. E pasmem: alguns já estavam na fila, três horas antes do embarque.

O vôo para Oslo foi chamado antes. TODOS, repito, TODOS os passageiros ficaram sentados enquanto o cara da companhia aérea anunciava a abertura do embarque, com prioridade para gestante, idosos, etc. Depois, chamou da fileira X até a Y. SOMENTE, repito, SOMENTE esses passageiros levantaram e formaram fila. Depois, foi a vez dos assentos da fileira W até a Z. Pronto. Todos acomodados rápida e organizadamente.

E foi aí que o pobre funcionário da Continental Airlines se aproximou do microfone para anunciar o vôo para São Paulo. Antes que ele se curvasse para falar, um grupo já se postou a frente do portão, sem se importar se era a fila normal ou da Elite Class. As pessoas com dificuldade de locomoção tiveram dificuldade para desviar dos imóveis passageiros que “chegaram primeiro”.

Fila? Nããããão. Pra que? Funcionou a teoria do funil. Uma hora todos passam com a benção de Deus. Os funcionários da Continental olhavam perplexos o que ocorria. E os pobres (nesse caso, pelo menos) passageiros da Elite Class tentavam explicar que tinham que embarcar primeiro, mas não tinha como. Parecia que eu estava vendo a Xuxa em início de carreira, com um bando de crianças mal-criadas correndo e não respeitando ninguém.

Já dentro do avião, começa a disputa por espaço no compartimento de bagagem de mão. Aquelas pessoas que não despacharam uma mala do tamanho de um Rottweiller querem preferência para acomodá-la.

Aceito que alguns discordem de mim, mas não me venham com essa ladainha de xenofobia, por favor. Repito: tenho orgulho de ser brasileiro e assumo: já fiz dessas também. Porém, me policio (e muito) para não fazer de novo para não interferir na rotina ou então, principalmente, desrespeitar a cultura e o espaço alheio.

Mai time control de mete

Posted in Comunicação, Mural with tags , , , , on 23/06/2009 by andreifonseca

Minha nova sensação do Youtube é o vídeo do treinador da África do Sul (ou Sal de África), como ele mesmo disse: Joel Santana! Sim! O mago da prancheta (ou pranxxxxeta, como o ele pronuncia. A entrevista que ele deu em inglês após um jogo pela Copa das Confederações vai entrar para a história.

Já fizeram funks, mixagens, e outras bobagens. Mas prefiro a original. É absolutamente ilário. Me lembrou a entrevista do Anderson, jogador do Manchester United, quando foi contratado pelo clube. O craque disse “I don’t speak english very well, mais speak brazilian”. Gênio!

Mas voltando ao Joel Santana, a segurança dele para falar impressiona, mesmo que seja tudo errado. Inspirado na música dos Mamonas Assassinas “1406”, cujo refrão é “Money, que é good nós num have, se nós havesse nós num tava preiando”, o técnico falou abertamente sobre o jogo e como sua seleção venceu a partida.

Futebol: Paz nos bares (pelo menos)

Posted in Histórias - A vida foi assim, O mundo cruel with tags , , , , , , on 19/06/2009 by andreifonseca

Todos já sabem da minha idéia utópica de um dia haver paz na terra entre os homens quando o assunto é futebol. Embora o esporte seja uma atividade que envolva paixão e mexa (demais) com nossos nervos, é possível que isso aconteça sim. E, para minha surpresa, tive outro exemplo além do que eu vi nos jogos da NBA. E o assunto era futebol mesmo. E pasmem: foi na Argentina.

Durante o ultimo feriado, eu a Ju fomos ao bar Locos Por El Futbol, que fica na Recoleta, belíssimo bairro da capital argentina. Um local temático, com diversas telas espalhas, atendentes uniformizadas e o cardápio dividido entre “aquecimento”, “primeiro tempo”, “segundo tempo”e “terceiro tempo”. Ah! E um belíssimo chopp.

Pois bem, no domingo, último dia que estivemos em Buenos Aires, já havíamos visitado tudo que queríamos e decidimos relaxar antes da viagem assistindo a um jogo de futebol. Ambos apoiamos o Boca Juniors, na Argentina, e por sorte, ele jogava às cinco horas, contra o Racing, fora de casa.

Decidimos comer alguma coisa e ficar pelo Locos Por El Futbol mesmo para assistir ao jogo. O lugar, cerca de uma hora antes da partida, estava vazio. Haviam apenas três mesas ocupadas. Porém, logo o cenário mudou. Pessoas identificadas com Racing ou Boca chegavam a todo momento e iam ocupando lugares próximos aos telões.

Por um breve momento, temi pelo que poderia acontecer, afinal, sempre escutamos histórias sobre brigas na Argentina envolvendo paixão clubística e tudo mais. Mas foi aí que começou o jogo.

Era um silêncio absoluto. Apenas os olhos acompanhavam as telas. Sequer havia comentários a respeito de lances entre as pessoas que estavam nas mesas. Parecia estávamos diante de uma ópera tamanho era o respeito por que queria assistir o jogo.

Foi aí que deu um gol do Racing. Loucura total! Os fãs da “Academia” levantaram de suas mesas e gritaram com raiva, aplaudiram efusivamente e vibraram com a abertura do placar. Entoaram brevemente cantos a favor de seu clube. Pronto! Deu! Sentaram-se e ficaram em silêncio. Os fãs do Boca aceitaram numa boa. E seguiu o jogo.

Impressionante. Não houve sequer olhares direcionados para adversários. A comemoração foi pró Racing, não contra Boca. Fiquei abismado com isso. E o fato se repetiu mais duas vezes, afinal o Racing venceu por 3 a 0. No resto do jogo, silêncio teatral.

Ao final da partida, cada um vai para o seu lado. Wou! Temos muito que aprender com isso. Claro que não era o Superclássico, como é conhecido Boca Juniors vs River Plate. Mas mesmo assim, foi um surpreendente exemplo de civilidade. Se fosse aqui no Brasil, duvido que seria parecido. Haveria provocações, discussões, possivelmente brigas.

Necessidade de diploma para jornalista

Posted in Comunicação, O mundo cruel with tags , , , on 18/06/2009 by andreifonseca

Em uma decisão por 8 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal encerrou o debate que durava uma década. Desde ontem, não é mais necessário ter o diploma universitário para exercer a profissão de jornalista no Brasil. Nada surpreendente para um país em que o presidente se orgulha de não ter um.

Conforme argumento do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, a profissão de jornalista pode ser comparada a de um cozinheiro. “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”.

Discordo veementemente dessa argumentação. Não acho que uma profissão possa ser comparada a outra, pois, nesse caso, uma acaba se sobrepondo, se tornando mais importante ou “nobre”. E, na minha opinião, todas são iguais e necessitam de qualificação, seja o jornalismo, culinária ou direito. Daqui a pouco, um cidadão que é um gênio do Lego, monta de tudo e faz obras mirabolantes, poderá ser um engenheiro.

O ministro Mendes completou: “O jornalismo e a liberdade de expressão, portanto, são atividades imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensadas e tratadas de forma separada”. Se formos por este argumento, ministro, a liberdade de expressão é um julgamento público que fazemos sobre algum fato. Logo, se é um julgamento (uma opinião), pergunto: haveria necessidade de diploma para ser juiz? Sendo assim, sugiro que qualquer cidadão comum, dotado de bom juízo de valores, boa consciência, conhecimentos gerais e aptidão para tal possa também concorrer a este cargo.

Considero profundamente lamentável que o STF tenha dado a decisão final a favor do Sindicato das Empresas de Rádio e televisão de São Paulo, que entraram com o pedido pra que o diploma caísse. Isso mostra que uma associação de veículos de imprensa deseja que seus profissionais não sejam qualificados. E pior: pretende remunerá-los da forma como desejar.

Para quem não sabe, o piso para jornalista varia em todo Brasil, normalmente de R$ 700,00 a R$ 2.000,00. No Rio Grande do Sul é de R$ 1.200,00. Alguns veículos de comunicação costumam contratar profissionais de forma terceirizada, quando não os contratam pelo piso de radialista (R$ 540,00) para exercer as funções de jornalista.

Esta decisão do STF é ruim para a própria liberdade de expressão, pois põe em risco a qualidade do nosso jornalismo. Sem falar na desvalorização do ensino, pois eu, assim como milhares de pessoas, paguei (caro) e me dediquei para fazer faculdade, que agora, não vale absolutamente nada. Aliás, vale sim. Eu tenho direito à cela especial caso alguém se sinta ofendido por esta minha “liberdade de expressão” exposta aqui.

Mi Buenos Aires Querido

Posted in Mural, Testemunha ocular dos fatos with tags , , , , on 17/06/2009 by andreifonseca

Quatro dias em Buenos Aires trazem uma série de reflexões e justificam a falta de tempo para postar no blog, rotina que pretendo retomar a partir de hoje.

A primeira coisa que tenho a dizer sobre a Ciudad de la Trinidad (sim, esse é o nome original de BsAs) é que impressiona o preparo da população das autoridades para receber turistas. Estamos milhões de anos-luz atrás, infelizmente. Deveríamos aprender um pouco com nossos hermanos, sendo que os fatores frio e arquitetura européia podemos oferecer também, numa proporção menor, é claro.

Eu a Ju pegamos vários táxis e os motoristas sempre foram muito educados, sabiam onde eram os lugares e contavam detalhes e davam recomendações sobre o que fazer e como. E não sofremos com a maldição das notas falsas no troco. Talvez tivemos sorte.

É possível ver policiais nos principais pontos turísticos, numa clara preocupação com o bem-estar do visitante, sempre buscando dar orientações. Os preços, em alguns lugares, são em reais, além de dólares e pesos.

Como esta foi a minha terceira visita, não havia muito mais que conhecer. De novo, destaco a recomendação do my love do bar “Locos por el Fútbol”, na Recoleta. O lugar é genial. Vimos um jogo da NBA e um do Boca Juniors contra o Racing no domingo. Ainda no mesmo bairro, o Cemitério da Recoleta é uma aula de história, com belíssimas obras arquitetônicas e mausoléus das tradicionais famílias argentinas, inclusive o que está Evita Perón (um dos mais ruinzinhos, diga-se de passagem).

Mesmo assim, o meu lugar preferido de Buenos Aires continua sendo Puerto Madero. A reestruturação desta parte da cidade deixou um glamour sem igual. Ta certo que é a zona mais cara, mas compensa. Pô, passar por lá no final da tarde ou então aproveitar os barzinhos de noite são programas obrigatórios para quem visita a capital federal Argentina.

Abaixo, coloquei uma foto que tiramos no Caminito, em La Boca. E tava frio…

Buenos Aires 009