They salute us

Um capítulo na história do rock and roll foi escrito na noite de sexta-feira, dia 27 de novembro deste ano, no estádio Morumbi, em São Paulo. AC/DC tocou para 70 mil pessoas, no mínimo, levando-as a loucura e frenesi musical, através da energia e agressividade da performance.

Puta que pariu! Que show foda! Foda! Foda! FODA! Só assim para tentar expressar o que eu presenciei, mesmo não sabendo como saí vivo daquilo. Eu e a Ju chegamos em cima da hora e não tinha mais espaço. A galera que se concentrava nas bocas de acesso também não se mancava, né? Dificultou mais ainda achar um lugar.

Quando a banda entrou, eu achei que o chão ia cair. Sério. O Morumbi literalmente tremeu. Balançou. Chacoalhou. Swingou. Tudo que lembra movimento. Estávamos nas arquibancadas em oposição ao palco e tivemos uma visão panorâmica, nada próxima, nem por isso confortável. O show inteiro foi em pé.

Poderia aqui falar das músicas, dizer a ordem, o que eu senti em cada uma delas. Mas prefiro pegar três em especial, a começar pelo primeiro clássico: Back in Black. Foi a terceira do show e fez com que a loucura se instalasse de forma incontrolável. Era possível as pessoas tomadas por um caos interior e exterior, movendo o corpo as vezes no ritmo da bateria, outra acompanhando qualquer outra coisa.

A segunda foi a minha preferida, You Shook Me All Night Long. Assistir isso ao vivo me fez se comportar como descrito acima. Lembrei de muita coisa, da minha infância ouvindo rock (quando isso ainda tinha espaço nas rádios), minhas fitas K7 gravadas com péssima qualidade, minhas revistinhas de acordes de guitarra… enfim… saudosismo e êxtase.

Por fim, Whole Lotta Rosie, quando um balão gigante representando uma moça gigante cavalgou em uma locomotiva gigante. Engraçado, animado e dançante. Uma aula de performance e música. Obrigado, AC/DC. Mais um evento que vou lembrar para o resto da minha vida.

….

Estou vivendo uma fase bastante hipocondríaca na minha vida. Acho que estou ficando velho. Qualquer dorzinha que eu sinto, acho que é grave, tem que ir no médico e tal. Até salada arrisquei hoje no almoço.

Devo estar sentindo os efeitos da minha fixação no seriado House, que por sinal está sensacional nesta sexta temporada.

Se tenho problemas ou não, sei lá… mas óculos, eu preciso urgente. Cada vez minha cabeça precisa estar mais perto da tela do computador.

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