Ponto de encontro

Depois de uns dias em Ottawa, voamos ontem para Toronto, a maior cidade do Canadá, com 4,5 milhões de habitantes. Totalmente cosmopolita, é possível perceber diferentes culturas e línguas espalhadas pela rua. Mas antes de entrar no “Place of Meeting”, que é o que significa Toronto para os aborígenes, vou relatar um pouquinho mais da capital federal.

Na segunda-feira, visitamos o cartão postal da cidade: o prédio do Parlamento Canadense. Particularmente, me impressionei todos os dias que passei na frente desta construção imponente. O estilo gótico da construção e a Peace Tower são admiráveis por horas. Do alto da torre, é possível ver a cidade toda.

Existe um rígido sistema de segurança para ingressar no Parlamento, mas que é contestado pelos próprios canadenses. Há algumas semanas, um grupo de ativistas do Greenpeace conseguiu acesso ao telhado do prédio e abriu uma faixa contra os resultados da conferência do clima.

Deu um patcha bafafá por aqui esse ato de ousadia. Fico imaginando se eles soubessem a zona que é cada passeata do CPERS ou então a violência exercida pelo MST nas suas invasões.

Saímos do Parlamento e fomos conhecer o War Museum, a atração que ficou faltando na minha primeira visita. Chegamos lá pelas quatro e pouco e, mesmo com a parada fechando as cinco, não conseguimos entrar.

Da frustração ao êxtase, consegui finalmente conhecer o War Museum pouco antes de pegar o vôo para Toronto. Atenção: você que planeja visitar Ottawa, não deixe de visitar este belíssimo prédio que contém uma aula de história.

O lugar é de várias formas impressionante. A começar que fica exatamente na fronteira entre Ontário e Quebec, numa área que “não tem domínio definido”, como um campo de batalha. Segundo porque o arquiteto do prédio, um japonês já de idade avançada, morou a infância em um campo de concentração no Canadá após o final da Segunda Guerra Mundial.

É possível percorrer em ordem cronológica todos os conflitos que o Canadá passou, desde as revoluções dos tempos de colônia britânica até a honrosa participação nas grandes guerras.

O maior destaque, sem dúvida, fica para a sala dos tanques, com dezenas de veículos de guerra e um gigante caça da Força Aérea Canadense. Talvez o campeão de fotos seja o veículo utilizado por Adolf Hitler em passeatas nazistas.

Do Museu ao aeroporto, deixando para trás 15 graus negativos e uma belíssima cidade de 700 mil habitantes e uma preocupante média de seis homicídios por ano (sim, eles estão preocupados com isso).

….

Chegando em Toronto, fomos direto ao hotel deixar as malas. Em seguida, uma rápida visita ao Eaton Center e daí adquirimos os tickets para ver jogos da NHL e NBA.

Na seqüência, mais aventuras da dupla aqui. E ta frio, mas a população comemora a chegada de um calor inesperado na quinta-feira e na sexta-feira, elevando a temperatura para três graus positivos.

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