Londres, enfim

Para quem está na Europa pela primeira vez, chegar justamente em Londres é um belo impacto e recomendo como obrigação para quem viaja de estréia ao Velho Mundo. Fomos recebidos por um tempo nublado, frio e uma longa fila na imigração do Aeroporto. Eu fiquei mais de 90 minutos esperando e não demorou cinco minutos no guichê de atendimento.

Feito isso, pegamos o Tube do Heathrow até uma intersecção das linhas PIcadilly e Central, pois a segundo é a que nos deixava no hotel. Findo o trajeto, nos acomodamos e partimos para garantir as passagens de trem para Liverpool.

A primeira incursão noturna foi no nosso preferido TGI Friday’s, onde pudemos almoçar/jantar e tomar a primeira cerveja na terra da rainha. Talvez o mais adequado tenha sido ir a um pub tradicional, você pode pensar. Mas fizemos isso no outro dia, e no outro, e no outro, e no outro…

No sábado, começamos a série de visitas por Westminster. Sair da estação e dar de cara com o Big Ben é um puta impacto. O relógio é bem imponente e fica em uma área cercada de prédio oficiais do governo, bem próxima à ponte que leva ao London Eye.

 

Certamente Londres é uma cidade que tem atrações para, pelo menos, um mês contínuo de visitas (e provavelmente ainda faltaria coisa importante para ser vista). Mas, nessa região vimos a mais impressionante de todas as construções da cidade e que já entrei na minha vida: a Abadia de Westminster.

Embora modificada diversas vezes devido à destruição causada pelas guerras e na maioria das vezes por capricho dos monarcas, a Westminster Abbey é uma aula de história e um cenário impressionante e único, pois possui túmulos e câmaras especialmente construídos para os principais reis e rainhas ingleses, além de uma sessão só para músicos, poetas, escritores e inventores. Para que o amigo tenha idéia, estão sepultados lá Charles Darwin e Isaac Newton. Infelizmente, não se pode fotografar na maior parte dela.

Aqui, os monarcas são coroados e ocorreu o velório da Princesa Diana. Admito que fiquei bestificado. Muitas lembrancinhas na saída e depois rumamos para o outro lado da ponte. A fila do London Eye era imensa e desistimos.

A próxima atração foi Churchill’s War Rooms. Próximo ao parlamento, durante a Segunda Guerra Mundial, foi construído um túnel que levava para estes aposentos. Aqui, estratégias eram discutidas e o Primeiro Ministro tinha a possibilidade de dormir com segurança dos bombardeios. Os quartos e salas de reunião foram deixados exatamente como na década de 40, ao final da guerra. Para os amantes de história, um prato cheio.

Ao longo dos dias, possivelmente já no retorno para oi Brasil, vou contar o resto. Tem muito para ser dito e a internet é cara, por isso que aproveito o oferecimento gratuito do wi-fi da Virgin Trains para enviar este texto.

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