Archive for the Histórias – A vida foi assim Category

Tobagoning again

Posted in Histórias - A vida foi assim with tags , , on 10/01/2010 by andreifonseca

A agitação dos três primeiros dias impediu que eu pudesse atualizar esta página como gostaria. Mas agora as coisas já ficaram mais calmas.

Todo trajeto aéreo foi extremamente tranqüilo. Não tivemos nenhum tipo de problemas em conexões, inspeções, filas, etc. A ressalva fica para o Aeroporto de Guarulhos, quando nós chegamos seis horas antes e tivemos que ficar duas horas em pé na fila da United Airlines esperando o check in abrir. Lamentável.

Não sei se devo mencionar (já mencionando) que quase perdemos o vôo para Chicago por conta do bar que ficava ao lado do portão de embarque. Acho que essa história é melhor de ser contada ao vivo.

Anyway, chegamos perto do meio-dia de Ottawa no Canadá, passamos por uma rapidíssima imigração e já estávamos curtindo um insuportável frio de 10 graus negativos. E ficou bem pior.

O primeiro dia foi apenas de compras e reconhecimento do terreno. Conseguimos terminar a noite nos estúdios de tv da CBC assistindo o Adrian apresentar o jornal ao vivo. Awesome!

Já o nosso sábado foi de agenda cheia. Depois de uma café da manhã absurdamente saboroso preparado pela esposa do nosso anfitrião, fomos comprar pranchas para fazer o Tobagoning aqui em Ottawa. Aproveitei para tentar achar um cartão de memória compatível para a minha máquina.

Através da dica do vendedor, comprei um e resolvi testar. Na abertura do pacote, já consegui cortar o dedo. Então, passei para a Ju, que resolveu o problema. Tentar colocar no lugar indicado, mas, além de não ser o adequado, o cartão sumiu dentro da máquina. Pânico geral. Mas daí, a Lana resolveu o problema com técnicas cirúrgicas.

Depois disso, fomos para o Mooney’s Bay Park, que estava totalmente congelado e tinha um barranco alto e assustador. A idéia era fazer tobagoning. Confesso: ao ver a altura, me borrei. Pensei em desistir, mas resolvi tomar um pouco de coragem e mostrar para my love que não havia perigo.

Foram algumas idas e vindas. É impressionante a sensação de que vai dar algo errado. Ter o controle da descida é praticamente impossível, é necessário ter calma e não fazer movimento brusco. Acho que as fotos mostram bem os detalhes desta movimentada aventura.

Depois dessas fortes emoções, fomos ao jogo de hóquei no gelo do Ottawa Senators, um dos principais times da liga. A partida era contra o Florida Panthers. No gelo, o Ottawa levou um laço e perdeu de 3 a 0, graças ao goleiro bem ruim que eles têm.

Mas o ponto alto ficou para o lugar onde assistimos o jogo: Press Box! Além de não pagar nada, conseguimos uma visão privilegiada e tínhamos pipoca, refrigerante e café a vontade. Pude acompanhar bem como funciona o trabalho de jornalismo esportivo por aqui.

É impressionante a assessoria de imprensa dos caras. Ao final de cada tempo, recebíamos um relatório sobre o que havia acontecido, com números precisos, do tipo quantos minutos tal jogador esteve na quadra enquanto o time dele estava penalizado ou em vantagem de um atleta. Incrível. Facilita muito a vida da imprensa se tivéssemos um serviço por aqui. Fora que criaria muito mais empregos na nossa aérea. Vamos sonhado.

Domingo é dia de patinar. Vou cair certo.

Back to work

Posted in Histórias - A vida foi assim with tags , , , , , on 04/01/2010 by andreifonseca

Após um loooongo e merecido descanso, retorno para breves atividades profissionais antes de embarcar para uma viagem fantástica na companhia de my Love. Juro que tentei escrever durante este recesso, mas sempre acontecia algo que me proibia de fazê-lo, como sol, cerveja, mar, essas coisas chatas.

Porém, agora vou colocar os assuntos em dia. A começar pelo Natal inusitado. Quando eu era pequeno, passei um dia inteiro pensando sobre como seria a noite natalina de uma família se ela tivesse uma perda. E, na manhã do dia 24, fomos surpreendidos com a passagem da vó da Ju.

Uma senhora extremamente carismática e sorridente, a qual tive a oportunidade de encontrá-la por três vezes. A Ju lembra que eu insisti muito para que isso acontecesse. E fico muito feliz de ter feito parte de pelo menos um breve tempo da vida dela. Afinal, ela criou simpatia pelo “Barbudo”, como a Dora gostava de chamar.

Essa dificuldade inesperada e em uma época complicada me fez refletir por diversos momentos. Fiquei um tempo sentado na rede do meu apartamento e pensei sobre os meus avós, tanto os maternos quanto os paternos.

Os da parte mineira, eu vi pouco devido a distância, mas não esqueço o sorriso do Vô Chicão quando me via e logo dizia “Ô, Nego Duro”, a forma como ele chamava seus interlocutores. E a Vó Odete que era bem pequenininha e mostrava um carinho ímpar, principalmente em forma de doce, um incomparável doce de leite cuja receita infelizmente se perdeu no tempo.

Aqui tive o Vô Zé, zagueirão do Passo Fundo dos anos 40, baita gringo com sotaque italiano carregado. Quando eu era pequeno e o vô tinha condições físicas ainda, consertava tudo lá em casa. Era demais. E também ficava boa parte do dia na sala ouvindo rádio. Achava aquela cena maravilhosa.

A Vó Helena, sempre que ia lá em casa, tirava lentamente da bolsa um saquinho de balas de goma que tinha um palhacinho na embalagem. Era um presente bem simples, mas que o sorriso dela ao entregar a mim e ao meu irmão era impagável, ah, isso sim. E adorava quando ela convidava minha mãe para “ir fazer compras no Centro”, que na verdade era a avenida Assis Brasil.

Ah, que saudade desse quarteto. Peço a eles que recebam bem a Dora aí.

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Em um clima completamente diferente, o ano novo foi  em Capão da Canoa, na casa nova. Tchê, que lugar lindo. Nem precisamos ir na orla, pois da sacada do segundo andar se via tudo. Perfeito. Estouramos champagne e nos divertimos com o surto do Gandhi a cada saraivada de foguetes.

Aliás, tivemos sorte no tempo. Só dias de sol e muito calor. E, além do mais, Ca as nova tem piscina. Pronto. Trago e refresco. Maravilhoso.

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Capão da Canoa continua uma praia simpática, mas a minha previsão vai se confirmar logo, logo. Capão da Canoa vai estourar. PÔ, fomos no supermercado fazer compras e se via prateleiras vazias. Lamentável. Fora o buraco nas ruas.

A prefeitura deveria criar projetos para incentivar veranistas a fixarem residência na cidade. Tem muita gente em vias de aposentadoria que é um público-alvo bem interessante.

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Sobre a viagem, minha mala tá quase pronta, a da Ju, não. Oh, God.

Escola no interior

Posted in Histórias - A vida foi assim with tags , , , on 03/12/2009 by andreifonseca

Algumas semanas atrás, eu fui acompanhar uma sessão de fotos na região noroeste do estado. Tínhamos que captar imagens de lavouras de milho e trigo prestes a serem colhidas, então fomos para Palmeira das Missões.

Não sei quantos dos que me lêem conhecem, mas Palmeira das Missões fica a mais 300 quilômetros de Porto Alegre, próximo da Argentina. Aqueles que acharem esse post no Google e forem desta simpática cidade não se ofendam com o que vou dizer, é apenas uma figura de linguagem, mas Palmeira não tem nada, fica no meio do nada e é longe para cacete.

Fomos extremamente bem tratados lá pelos contatos do nosso cliente, no hotel (excepcional, por sinal) e nos restaurantes.

Bom, mas a razão deste post é uma reflexão que tive enquanto dirigíamos entre as lavouras. Havíamos pego uma estrada de chão onde rodamos alguns bons quilômetros para achar uma determinada propriedade que tinha uma vasta plantação de milho.

Na volta desta mini viagem, percebi uma criança caminhando no horizonte, saindo de uma casa cercada de hectares e hectares de plantação. Era uma menina, calculo que uns oito anos de idade, com uma mochila nas costas e uma merendeira na mão.

Ela recém havia saído de casa e caminhava calmamente até uma placa com sinal de ônibus a beira da estradinha de chão. Parecia feliz, pronta para mais um dia de aula. Caminhava com entusiasmo, como se havia esperado muito para aquele momento.

Alguém na caminhonete comentou sobre ela, e o motorista, que é de Palmeira, disse que havia muitas crianças como aquela, que seguiam a mesma rotina, se dirigindo para a única escola que havia por lá.

Tem apenas um ônibus que leva para uma escola que fica longe. É a única forma daquelas crianças freqüentarem as aulas e terem a perspectiva de um futuro. Por isso, toda função é um grande evento diário.

Daí, o papo veio para chuva. “Ta, mas e quando chove? E a estrada de barro?”. E o motorista respondeu: “Ah, daí elas não vão a aula, o ônibus não chega”.

Nessa hora eu parei. Opa! Como assim não vão a aula? Quer dizer… simplesmente não tem aula? E o cara confirmou. Putz… não havia pensado ainda como precário é o nosso sistema de ensino no Brasil rural. Eu ali, na caminhonete com ar-condicionado mandando e-mails do BlackBerry e aquela criança aproveitando o dia de sol para ir a aula.

O motorista me disse que as aulas são recuperadas as vezes no sábado, ou com atividades extra-classe, com trabalhos em casa. Fiquei imaginando a decepção dessas crianças, que tinham na escola um grande incentivo para conquistar sucessos na vida. Sem depreciar a vida interiorana, é claro.

Será que essas crianças têm idéia da dimensão do mundo que há aqui fora? Até onde vai essa limitação? Será que elas são felizes? Gostaria de ter registrado a fisionomia dela, mas só fiquei a postos com a câmera do celular para captar a escola.

 

Mais adiante vi outro menino junto ao irmão menor aguardando o mesmo ônibus. Me deu um aperto no peito. Não sei porque, mas fiquei pensando horas sobre aquela rotina.

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Meu prédio é fantástico. Estou gostando cada vez mais de morar lá. A vista, o aconchego misturado com agitação da Nilo Peçanha, a tranqüilidade, o vizinho que grita a cada gol do Inter. Enfim, são muitas coisas.

Sempre existem avisos sobre reuniões de condomínio e modificações na estrutura do prédio, implementos e tal. Eu nunca vou, confesso que sou relapso e desleixado com isso. Só leio os avisos no elevador, mesmo sabendo que eles ficam expostos por pouco tempo.

E, na semana passada, vi o melhor aviso de todos os tempos da história dos condomínio em Porto Alegre. Vejam por vocês mesmos.

Sexta 13 chuvosa

Posted in Histórias - A vida foi assim with tags , , , , , on 13/11/2009 by andreifonseca

Hoje foi uma sexta-feira que amanheceu noturna em Porto Alegre. Lembro ver tempos parecidos no inverno, porém é bastante incomum no verão. Clareou perto do meio-dia após tempestades, que voltaram no início da tarde.

Talvez eu seja um dos únicos do mundo, mas sou um cara que gosto de chuva. Um tempo fechado assim me inspira, parece um obstáculo a ser ultrapassado, do tipo “ah, não dá para fazer isso porque ta chuvendo”. Quem disse? Eu faço!

Para combinar, é uma sexta-feira 13 e muito chuvosa, dia que ilustra o recém passado Halloween ou os tempos modernos de Crepúsculo. Na verdade, hoje é um dia perfeito para chamar uma pizza, tomar uma cerveja em casa e ver um filme de terror. Apavorante! Pena que a NET não é muito compreensiva nesse ponto.

As minhas lembranças de chuva mais agradáveis são as que eu passei na praia. Um dia, choveu muito logo que havíamos voltado da orla e a mãe “liberou” que a gente tomasse banho de chuva. Putz, eu e meu irmão nos divertimos tanto.

Outra vez, nós estávamos no centro de Capão da Canoa e caiu um temporal, tivemos que voltar desviando de poças e tentando fazer o percurso rápido, já que estávamos a pé. Criança, me senti um soldado enfrentando maldosos pingos de chuva.

Já trabalhando em rádio, tenho a marca de ter feito a cobertura do Furacão Catarina, que devastou dois estados. Percorri muito chão com a unidade móvel e torcendo para que o celular funcionasse. Fiquei encharcado e aprendi um monte nesse trabalho.

A previsão é de mais chuva neste final de semana. Aliás, parabéns ao Weather Channel por ter recrutado Barack Obama, dr Gregory House, Angelina Jolie e outros para serem “o repórter do tempo”. Entrem nesse site e se divirtam.

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Meu presente de sexta-feira fica por conta da cantora Vitória Matos e o seu hit “Kombi Branca”. Não tenho como descrever o que vai assistir, portanto, prefiro deixar o espaço para os comentários de vocês.

Iggy é foda

Posted in Histórias - A vida foi assim, Músicas with tags , , on 09/11/2009 by andreifonseca

Quando adolescente imaginei muito como seria ver um show do Iggy Pop. Pensei que poderia vê-lo se cortar, como fazia nas espeluncas de Detroit ou então se assustar com a doidera dele por speed ball, heroína ou haxixe. Ou então vê-lo se contorcer como se estivesse com um Alien por dentro procurando a saída.

Mas não. Vi o Iggy Pop ser fantástico sem se matar ou correr riscos (sérios) de vida. O show foi simplesmente fantástico. Teve de tudo: clássicos, músicas novas, dança maluca, invasão de palco, Iggy na galera e Iggy mostrando o coifrinho e quase outras coisas.

A parada começou quase no horário, não lembro direito que horas, mas foi perto da meia-noite. Logo na largada vieram músicas pesadas, mostrando que o veio tava ali pra quebrar tudo. A terceira foi Search and Destroy, clássica, uma das primeiras a estourar.

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Eu enlouqueci como há muito tempo não fazia. Não cheguei a entrar em roda, afinal a Ju estava ali pra me salvar e botar ordem na confusão. Mas vibrei como um adolescente.

Teve músicas de várias fases, mas eu gostaria de ter ouvida algumas que nem sequer passaram perto da cabeça dele tocar. A energia do cara impressiona, afinal, o velho ta pra mais de 60 e pula mais q criança na creche.

Em uma hora, ele chamou “a banch of guys” para subir no palco. E foram uns 80 malucos, os quais os seguranças não conseguiram conter. Mesmo assim, não houve confusão. O cara cantou uma música com a galera e, no final, todos saíram, sem qualquer tipo de problema. Mas imagino a tensão dos seguranças.

No final, teve a minha preferida, The Passanger, e terminou com Lust For Life. Ah! Sem esquecer que, a medida que o show andava, a calça dele caía. Na última música, o cofrinho tinha virado caixa-forte do Tio Patinhas.

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Iggy Pop… check! Minha lista de show imperdíveis e ainda possíveis está chegando ao fim. Daqui a duas semanas tem ACDC.

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O Planeta Terra em si me surpreendeu pelo organização. Estacionamento, fácil localização, seguranças, muitos bares e banheiros, o que não causa aglomeração e você é atendido rápido, curtição e o mais incrível: PlayCenter liberado para todos!

Pena que eu só soube disso quando cheguei lá. A Ju queria ter ido na montanha russa. Mas tava chovendo e eu corri da raia. E a fila do carro-choque era gigantesca.

Aliás, nota 10 para my Love que agüentou a chuva no osso, curtiu, cantou, brincou e riu das minhas palhaçadas. As usual., né, babe?

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Gostei do Richard Wolf e do dos ingleses da Metronomy, mas fiquei puto pelo show do The Ting Tings ser no mesmo horário do Iggy Pop. Lamentável.

 

Gracias

Posted in Histórias - A vida foi assim, Mural, O mundo cruel with tags , , on 19/10/2009 by andreifonseca

Obrigado pelos parabéns recebidos por telefone, SMS, carta, e-mail, post, pombo-correio e presencial. Comemorei um aniversário muito louco, onde tomei porre gigante na sexta-feira, me recuperei no sábado, fui babá de cachorro e dos meus pais no domingo e ainda não decidi que lugar fazer a festa.

Comecei a semana cansado e fui surpreendido com uma bomba segunda-feira de manhã, que liquidou meu almoço e minha academia. Foi só chegar para trabalhar que o stress começou. Ainda bem que resolvi. Mas amanhã tem mais.

Mesmo assim, meu balanço de presentes foi um avental de churrasqueiro, uma embalagem de Kit Kat (mestre!), um copo de cerveja (óbvio) e uma mesinha de apoio para a sala. E o melhor de tudo foi um belíssimo bolo surpresa na virada de 16 para 17, idéia de my love. Ah, o Churrasquinho do Chef me deu um espumante.

Mesmo puto da vida, cansado, com fome e a fim de encher a cara em plena segunda, presenteio meus leitores com um vídeo maravilhoso, que mostra exatamente o que não se deve fazer às 10 e pico da manhã, depois da festa.

Tem horas que a saideira é prejudicial à saúde e às prateleiras. Percam 10 minutos da vida de vocês que vale a pena. Mas, crianças, não tentem fazer isso em casa.

É amanhã

Posted in Histórias - A vida foi assim, Músicas, Mural with tags , , , , , on 16/10/2009 by andreifonseca

Amanhã, sábado, dia 17 de outubro de 2009, completarei 27 anos de idade. Sem dúvida, é a data que mais espero no ano. Já escrevi por aqui como é bom fazer aniversário e eu sou do tipo de pessoa que vive intensamente a passagem deste dia.

-bolo_aniversario 

Porém, parece que neste ano, tudo conspira contra. Já tentei fazer inúmeras comemorações e tudo que eu planejo dá errado. Os lugares não têm data, as pessoas não querem, chove, faz sol, tem eclipse… isso sem falar que vou ter que ser babá de cachorro no domingo. É soda. Ainda bem que existe a Ju na minha vida, paciente, companheira e lhoca como eu.

Nesta véspera de aniversário, será um programa mais para o pessoal do trabalho, happy hour e tal. Ainda estou na prospecção de um grande evento. Vamos ver como vai sair.

Amanhã, certamente vou estar de ressaca e fazendo diversas outras coisas, logo não haverá post. Portanto adianto os meus parabéns para mim mesmo e, vocês estão convidados a seguir este exemplo. Quem sabe conseguimos fazer deste post o mais comentado do meu blog. Ei, você aí! Não fica só na leitura não! Comenta! Dá parabéns!

Antecipadamente, agradeço… bah! Valeu! Obrigado pela lembrança.

funny-baby-10 

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Conforme prometido, publico o vídeo dos Volleyboys. Ta rolando repercussão. Ouvi dizer que a galera no Farroupilha só fala no show… hehehehe, ta exagerei um pouco. Mas parece que gostaram sim. Que bom. Fico mais feliz ainda.

E tínhamos mais músicas para tocar, mas entre assistir a banda chata e partir para os comes e bebes, o público não pensou duas vezes. Eu faria o mesmo, sem dúvida.

A edição do Vinícius Schwertner. Espero que gostem.