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É amanhã

Posted in Histórias - A vida foi assim, Músicas, Mural with tags , , , , , on 16/10/2009 by andreifonseca

Amanhã, sábado, dia 17 de outubro de 2009, completarei 27 anos de idade. Sem dúvida, é a data que mais espero no ano. Já escrevi por aqui como é bom fazer aniversário e eu sou do tipo de pessoa que vive intensamente a passagem deste dia.

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Porém, parece que neste ano, tudo conspira contra. Já tentei fazer inúmeras comemorações e tudo que eu planejo dá errado. Os lugares não têm data, as pessoas não querem, chove, faz sol, tem eclipse… isso sem falar que vou ter que ser babá de cachorro no domingo. É soda. Ainda bem que existe a Ju na minha vida, paciente, companheira e lhoca como eu.

Nesta véspera de aniversário, será um programa mais para o pessoal do trabalho, happy hour e tal. Ainda estou na prospecção de um grande evento. Vamos ver como vai sair.

Amanhã, certamente vou estar de ressaca e fazendo diversas outras coisas, logo não haverá post. Portanto adianto os meus parabéns para mim mesmo e, vocês estão convidados a seguir este exemplo. Quem sabe conseguimos fazer deste post o mais comentado do meu blog. Ei, você aí! Não fica só na leitura não! Comenta! Dá parabéns!

Antecipadamente, agradeço… bah! Valeu! Obrigado pela lembrança.

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….

Conforme prometido, publico o vídeo dos Volleyboys. Ta rolando repercussão. Ouvi dizer que a galera no Farroupilha só fala no show… hehehehe, ta exagerei um pouco. Mas parece que gostaram sim. Que bom. Fico mais feliz ainda.

E tínhamos mais músicas para tocar, mas entre assistir a banda chata e partir para os comes e bebes, o público não pensou duas vezes. Eu faria o mesmo, sem dúvida.

A edição do Vinícius Schwertner. Espero que gostem.

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Father and son

Posted in Histórias - A vida foi assim with tags , , , , on 06/10/2009 by andreifonseca

Impossível não ficar reflexivo quando se aproxima o meu aniversário. É uma espécie de balanço emocional. Reflito sobre coisas que fiz, gostaria de ter feito e fatos ocorridos ao longo da minha vida, desde os mais atuais até os antigos.

Ontem na janta, eu conversava com a Ju, que por sinal é a melhor cozinheira do mundo, sobre isso. Trocamos experiências familiares e vimos que temos muita coisa em comum. E acredito que a maioria passou por experiências parecidas.

Minha mãe, por exemplo, “comprava” um pouco a minha fascinação por aniversários e me levava, quando pequeno, para a Superfestas para escolher presentes. Ela também tinha participação efetiva na organização da festa.

Já meu pai normalmente trabalhava nos dias em meio a semana, logo não podia estar presente nessas festas. Lembro muito bem que, em um aniversário da minha adolescência, ele me deu um kit completo de baseball e levei os meus amigos para jogar em um clube. Foi experiência pirada.

Houve aniversários em que fazíamos churrasco de família, noitadas, grandes festas, encontros tímidos e um evento surpresa que não deu certo. Aliás, meu sonho sempre foi ter uma festa surpresa.

Mesmo com esses acontecimentos todos, meus pais não compreendem a minha fascinação pela passagem da data, pois eles não compartilham este sentimento, e eu respeito. Sempre que anuncio a programação (sim, nunca é um dia só) percebo uma certa perplexidade deles.

Na conversa de ontem, tive muitas lembranças, umas boas e outras ruins. Eu entendo o lado deles, que sempre querem o meu bem. Pais fazem isso, sempre tem uma boa intenção, porém a atitude, as vezes, é contestável.

Não tenho esperança de mudar isso (e outras coisas neles), o tempo passou e o diálogo não veio. Mas eles continuam me orgulhando bastante. Todos têm defeitos e eu me incluo nesse nicho.

Para ilustrar esse texto e homenagear, mais uma vez, a Ju, escolhi a música Father and Son, do Cat Stevens. Parece que escuto meu pai falando comigo em algumas estrofes. Segue vídeo e letra.

 

Father And Son – Cat Stevens

 

It’s not time to make a change

Just relax, take it easy

You’re still young, that’s your fault

There’s so much you have to know

Find a girl, settle down

If you want, you can marry

Look at me, I am old

But I’m happy

 

I was once like you are now

And I know that it’s not easy

To be calm when you’ve found

Something going on

But take your time, think a lot

I think of everything you’ve got

For you will still be here tomorrow

But your dreams may not

 

How can I try to explain

When I do he turns away again

And it’s always been the same

Same old story

From the moment I could talk

I was ordered to listen

Now there’s a way and I know

That I have to go away

I know I have to go

 

It’s not time to make a change

Just sit down and take it slowly

You’re still young that’s your fault

There’s so much you have to go through

Find a girl, settle down

If you want, you can marry

Look at me, I am old

But I’m happy

 

All the times that I’ve cried

Keeping all the things I knew inside

And it’s hard, but it’s harder

To ignore it

If they were right I’d agree

But it’s them they know, not me

Now there’s a way and I know

That i have to go away

I know I have to go