Arquivo para novembro, 2009

TAMo fodido (2)

Posted in O mundo cruel with tags , , on 25/11/2009 by andreifonseca

A minha via crucis para mudar o vôo de volta de São Paulo pela TAM continuou ontem, com aminha ida ao aeroporto. Quem não sabe do início da história, basta volta um post e terá o relato completo.

Cheguei ao aeroporto e logo vi uma fila de pelo menos 12 pessoas do lado de fora da loja da TAM. Parece pouco, mas pela cara dos coitados, deviam estar lá há um pouco tempo. Uma moça uniformizada orientava os clientes na fila, até que um senhor estourou e começou a xingá-la pela lentidão do processo. Minha suspeita estava confirmada. A moça saiu e nunca mais voltou.

Em meio ao atendimento, duas pessoas que estavam na minha frente desistiram e a fila aumentou durante este tempo. Me chamou a atenção que as pessoas que eram atendidas pouco interagiam com os funcionários, que por sua vez olhavam impacientes a tela do computador. Ficara claro que o problema era lentidão no sistema.

Quando chegou a minha vez, acreditava que o caos e a infelicidade haviam acabado. Ledo engano. Assim que expliquei a minha situação, o atendente me disse uma das coisas mais inexplicáveis que ouvi em toda minha vida.

– Senhor, o novo sistema das TAM não remarca um trecho, o senhor precisa remarcar toda viagem.

– Mas eu posso remarcar a ida para o mesmo vôo que eu havia escolhido?, respondi.

– Pode, senhor. Mas aplicamos a nova tarifa em todos os trechos.

Ah, como assim? Quer dizer que se eu compro uma calça e uma camisa numa promoção, e quero trocar a camisa, preciso trocar as duas peças e ainda pegar o preço novo pelas duas? Que estupidez! Que imbecilidade! Isso é um assalto, amigos. Venda casada.

Adivinhem quanto era a diferença? Mais de R$ 500,00. Absurdo! Não levaram. Comprei apenas a volta, por R$ 200,00 a mais e vou pedir reembolso do trecho que não usarei. Isso porque o sistema novo da TAM não permite que seja feito da outra forma.

Olha… a TAM está próxima de fazer com que a minha admiração caia por terra. Me senti desconfortável com tudo isso e acho inadmissível que uma empresa proceda desta forma.

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TAMo fudido

Posted in O mundo cruel with tags , , , on 24/11/2009 by andreifonseca

Como um amante de aviões, aeroportos e afins, claro que tenho a minha companhia aérea preferida. É a TAM Linhas Aéreas, pela limpeza das aeronaves e qualidade do serviço de bordo.

Sou um saudosista (assim como milhões de pessoas) da antiga Varig e todas suas beneficies hoje impossíveis de serem imaginadas. Talheres de verdade, lanche absurdamente gostoso, bebidas boas e várias outras mordomias. A TAM de hoje é o mais próximo que temos da antiga Varig.

Tudo bem que houve alguns acidentes bizarros com a TAM (Acho que é uma companhia marcada por azar também), mas mesmo assim me mantenho fiel. Tenho cartão fidelidade e pago um pouco mais caro por utilizar seus serviços.

Mas hoje, eu perdi totalmente a minha paciência com a TAM. Fiquei extremamente irritado com o lamentável novo sistema da companhia. Aliás, vocês já perceberam que quando uma empresa não pode resolver um problema, ela culpa o sistema? É mais fácil. O sistema não vai ouvir que ele é um filho da puta. Não, não.

Tentei trocar para terça-feira a minha passagem de volta de São Paulo para Porto Alegre, inicialmente marcado para domingo, ligando para o telefone disponível no site. Após esperar 27 minutos na linha, me informaram que deveria ser feito presencialmente em uma loja da TAM já que estava ocorrendo uma troca de sistemas.

A mais perto do meu escritório é a unidade da 24 de Outubro, no Moinhos de Vento, já que a outra única opção era ir até o Aeroporto. Chegando lá, durante o meu horário de almoço, fui surpreendido com a notícia de que somente o aeroporto estava fazendo este serviço, porque algumas unidades ainda não tinha sido liberadas para tal. Pô, aí é dose.

Perguntada por que não poderia fazer pelo site, a funcionária não soube responder. Nem quando eu questionei se o sistema era para melhor. E ela ainda me disse a frase do tipo “olha, tu vai ter que ir até lá e te foder, porque a empresa é uma merda mesmo”, quando ela disse “E dizem que no aeroporto tem filas onde as pessoas esperam mais de uma hora”.

Alô, TAM!! Olha a merda que ta esse sistema. A Mudança foi para melhor, pergunto? É uma fase de adaptação? Porque não liberar para todas lojas? Coloquem um comunicado no site, no call center, em outdoor, aviãozinho com mensagem, qualquer coisa. Nessas horas, ficar sem orientação é bem pior.

Entendo processos de mudança e adaptação, mas fiquei negativamente surpreso com o estágio em que se encontra. Vou ter que sair do trabalho, atravessar a cidade e ir até o aeroporto para fazer isso. TAMo fodido.

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Adorei a entrevista do jornalista Reinaldo Azevedo no Programa do Jô, ontem. Inteligente, culto e de opiniões fortes, tipo de pessoa que eu admiro. Criticar é muito fácil, mas criticar com conteúdo, ironias e frases subjetivas é como a roupa do rei.

A melhor frase de toda entrevista foi: “Critiquei o governo passado tanto quanto critico esse, a diferença é que esse não aceita as críticas. O Caetano Veloso critica o Lula e o presidente liga para a mãe dele. Então, não falem mal do Lula, porque ele pode ligar para a mãe de vocês”.

O fim do mundo chegou

Posted in Mural with tags , , , , on 20/11/2009 by andreifonseca

Sempre fui contra essas teorias apocalípticas de que o mundo caba tal dia, tal hora em tal ano com uma explosão, bomba atômica ou qualquer outra coisa. Mas ontem eu mudei de idéia. O que aconteceu aqui na província foi um absurdo.

Dirigi até a zona sul de Porto Alegre e estava um calor insuportável. Cheguei suado na agências de viagens e fiquei imaginando como seria difícil enfrentar a viagem de volta, já que meu carro não possui ar-condicionado.

Enquanto esperava atendimento, notei que havia escurecido subitamente. Foi aí que um vento absurdo e extremamente forte entrou pela janela e meus papéis para cima. Molibes caíram dos balcões, a porta bateu, os vidros fizeram barulho, deu um estouro no teto. Um funcionário disse: “Bah! As telhas voaram!”. Pânico na agência.

No caminho de volta, vi muitos carros batidos e danificados devido à queda de árvores. Haviam muitos galhos no chão e unidades da CEEE por todos os lados, além de carros da Defesa Civil. O cenário era de pós-guerra acompanhado de uma chuva leve.

Cheguei na agência e não havia luz. A Ju ficou sem luz no trabalho também. Ligueio para meus pais para saber se as coisas estavam bem. Tudo certo por lá. Foi bem preocupante.

O saldo foi de mais 500 pessoas sem energia elétrica no estado, seis mortes e milhares de desabrigados. Terrível.

Há um bom tempo, as manchetes dos jornais têm sido destinadas às mudanças climáticas repentinas e seus conseqüentes estragos. Lugares onde não haviam fenômenos naturais passaram a tê-los com freqüência. Algo está acontecendo sim. Abram o olho. A natureza está dizendo basta e nos dando um “toque”.

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Uma das cenas mais vergonhosas do futebol aconteceu nesta quarta-feira nas Eliminatórias da Copa do Mundo. O habilidoso atacante francês Thierry Henry aparou a bola com a mão e deu passe para o zagueiro Gallas marcar, na prorrogação de uma partida difícil contra a Irlanda, que acabou eliminada após esse lance.

Fiquei com raiva e vergonha pelos franceses. O desespero do goleiro irlandês quando ocorre o lance é contagiante. Toda zaga parou.

Acho que por ser Copa do Mundo, o Fair Play fica mais em evidência e aumenta o choque. Nunca fui com a cara da seleção francesa no futebol, sempre nos ganharam, algumas de forma justa (1998 e 2006) e outras não (1986).

Decidi eleger a França como a vilã da Copa. Fica minha torcida por um fracasso deles. O próprio Henry, pressionado pela enorme repercussão contrária, declarou que admitiu aos irlandeses e à imprensa, depois do jogo, que usou a mão. Depois do jogo… na hora não teve caráter suficiente, né? E completou dizendo que o mais justo seria jogar de novo. Não acho. E nem a FIFA embarca nessa.

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Vamos lá, Dark Journal com tudo, muitas histórias semana que vem.

Sexta 13 chuvosa

Posted in Histórias - A vida foi assim with tags , , , , , on 13/11/2009 by andreifonseca

Hoje foi uma sexta-feira que amanheceu noturna em Porto Alegre. Lembro ver tempos parecidos no inverno, porém é bastante incomum no verão. Clareou perto do meio-dia após tempestades, que voltaram no início da tarde.

Talvez eu seja um dos únicos do mundo, mas sou um cara que gosto de chuva. Um tempo fechado assim me inspira, parece um obstáculo a ser ultrapassado, do tipo “ah, não dá para fazer isso porque ta chuvendo”. Quem disse? Eu faço!

Para combinar, é uma sexta-feira 13 e muito chuvosa, dia que ilustra o recém passado Halloween ou os tempos modernos de Crepúsculo. Na verdade, hoje é um dia perfeito para chamar uma pizza, tomar uma cerveja em casa e ver um filme de terror. Apavorante! Pena que a NET não é muito compreensiva nesse ponto.

As minhas lembranças de chuva mais agradáveis são as que eu passei na praia. Um dia, choveu muito logo que havíamos voltado da orla e a mãe “liberou” que a gente tomasse banho de chuva. Putz, eu e meu irmão nos divertimos tanto.

Outra vez, nós estávamos no centro de Capão da Canoa e caiu um temporal, tivemos que voltar desviando de poças e tentando fazer o percurso rápido, já que estávamos a pé. Criança, me senti um soldado enfrentando maldosos pingos de chuva.

Já trabalhando em rádio, tenho a marca de ter feito a cobertura do Furacão Catarina, que devastou dois estados. Percorri muito chão com a unidade móvel e torcendo para que o celular funcionasse. Fiquei encharcado e aprendi um monte nesse trabalho.

A previsão é de mais chuva neste final de semana. Aliás, parabéns ao Weather Channel por ter recrutado Barack Obama, dr Gregory House, Angelina Jolie e outros para serem “o repórter do tempo”. Entrem nesse site e se divirtam.

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Meu presente de sexta-feira fica por conta da cantora Vitória Matos e o seu hit “Kombi Branca”. Não tenho como descrever o que vai assistir, portanto, prefiro deixar o espaço para os comentários de vocês.

Sampa

Posted in Mural, O mundo cruel with tags , , , , , on 12/11/2009 by andreifonseca

Eu moraria em São Paulo, sem problema algum. Sempre fui fã de cidade grande e a capital paulista é um dos mais representativos exemplos mundiais desta categoria. O caos me fascina. Vivo em um e sou um modelo para isso. O caos é o inusitado, o inesperado, o surpreendente. a desordem. No bom sentido, é claro.

Já fui diversas vezes para lá, a passeio, trabalho, reuniões, shows, como escala de vôo, cursos, enfim, é como se fosse uma segunda cidade. Para muito dos brasileiros é assim. E gostaria que estivesse mais presente ainda na minha vida.

Final de semana passado, estive lá com a Ju para ver o Planeta Terra. Ficamos hospedados em um flat em frente ao estádio Parque Antártica, do Palmeiras, que fica ao lado do Bourbon Pompéia, o pedaço do Rio Grande no setor supermercadista em São Paulo.

Foi bastante divertido, mas não consegui aproveitar a cidade dessa vez, de tão corrido que foi e de tão grande que a metrópole é. Mas voltarei no final do mês, na missão AC/DC.

Mas nesse hotel, houve umas coisas curiosas. A primeira delas é que chegamos de viagem debaixo de um calor insuportável. Assim que entrei no quarto, abri o frigobar e peguei uma cerveja, só que ela estava quente. Merda! Pedi duas pelo serviço de quarto, chegaram em 30 segundos, mas também estavam quentes. Merda twice!

No dia seguinte, de manhã, saímos do nosso quarto no 16º andar para tomar café da manhã, porém, devido à falta de energia elétrica, os elevadores não funcionaram. Descemos de escada guiados pela luz de emergência, que funcionou em alguns andares. Na volta do café, os elevadores já estavam funcionando, porém sem luz interna (essa eu não entendi).

Porém, o surrealismo ficou por conta do pobre moço da portaria, o qual solicitei que chamasse um taxi, mas perguntasse antes quanto cobraria para levar ao Aeroporto de Guarulhos.

O herói ligou para um amigo, que disse chegaria em 20 minutos, daí indicou um terceiro, que em seguida estaria lá. Mas esqueceu de ver os valores.

Passados dez minutos, pedi novamente que ligasse para checar onde o cara tava, mas que dessa vez perguntasse quanto custava a corrida. O obediente funcionário ligou e ouviu que o motorista “estava bem próximo” e desligou.

Aí eu falei para ele que só faria a corrida se soubesse antes quanto era, e o insistente recepcionista disse que eu fecharia sem problemas. Ora bolas… como assim? Deixa eu ter a segurança antes, porra.

E o pior que eu pedi ao cara perguntasse novamente… ele ligou, conversou com o taxista e… e… e… esqueceu!

Porra! Três vezes! E daí eu fui cobrar o cara e… e ele riu! Riu dele mesmo, óbvio! Porra, mas é difícil de entender que eu só iria por um valor baixo? Que coisa! Acabamos pegando um taxio na rua.

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Por falar em Palmeiras… bah… que papelão! Achei que o Carlos Simon anulou mal o gol no domingo, mas isso não foi nada comparado aos dois gols ilegais do Corinthians contra o Inter no Brasileiro, aqui no Beira-Rio. E evidentemente, o destaque na imprensa do centro do país foi mínimo.

O Fernando Carvalho mostra um DVD com lances reais de favorecimento (não vem ao caso a intenção) e é execrado publicamente. O presidente do Palmeiras diz que vai bater no Carlos Simon e nada acontece. É foda.

Agora, o que o juiz fez ontem foi um dos maiores erros de arbitragem que eu vi na minha vida. Ele não teve coragem de anular o gol. Sentiu o drama. Pô, o cara apitou, interrompendo a jogava e pisou em cima da convicção dele, para comprar a briga com um time menor. Ridículo. Lamentável. Deprimente.

E esse gol, um erro consentido do juiz tem o mesmo peso do gol irregular do Corinthians na final da Copa do Brasil, com bola rolando. Héber Roberto Lopes apitou falta e não quis interromper a jogada, já que foi um passo para o Ronaldo. Rede Globo? Record? Alguém disse algo? Óbvio que não.

Ah, se fosse o contrário… cartão amarelo para o jogador do inter, cara feia e se duvidasse vermelho.

Os times do centro do país se acham coitados… mas na verdade, sem uma forcinha amiga de vez em quando, complica. No próximo campeonato, além do inter, vou torcer para o Ceará e o Atlético Goianense.

Iggy é foda

Posted in Histórias - A vida foi assim, Músicas with tags , , on 09/11/2009 by andreifonseca

Quando adolescente imaginei muito como seria ver um show do Iggy Pop. Pensei que poderia vê-lo se cortar, como fazia nas espeluncas de Detroit ou então se assustar com a doidera dele por speed ball, heroína ou haxixe. Ou então vê-lo se contorcer como se estivesse com um Alien por dentro procurando a saída.

Mas não. Vi o Iggy Pop ser fantástico sem se matar ou correr riscos (sérios) de vida. O show foi simplesmente fantástico. Teve de tudo: clássicos, músicas novas, dança maluca, invasão de palco, Iggy na galera e Iggy mostrando o coifrinho e quase outras coisas.

A parada começou quase no horário, não lembro direito que horas, mas foi perto da meia-noite. Logo na largada vieram músicas pesadas, mostrando que o veio tava ali pra quebrar tudo. A terceira foi Search and Destroy, clássica, uma das primeiras a estourar.

Andrei 061

Eu enlouqueci como há muito tempo não fazia. Não cheguei a entrar em roda, afinal a Ju estava ali pra me salvar e botar ordem na confusão. Mas vibrei como um adolescente.

Teve músicas de várias fases, mas eu gostaria de ter ouvida algumas que nem sequer passaram perto da cabeça dele tocar. A energia do cara impressiona, afinal, o velho ta pra mais de 60 e pula mais q criança na creche.

Em uma hora, ele chamou “a banch of guys” para subir no palco. E foram uns 80 malucos, os quais os seguranças não conseguiram conter. Mesmo assim, não houve confusão. O cara cantou uma música com a galera e, no final, todos saíram, sem qualquer tipo de problema. Mas imagino a tensão dos seguranças.

No final, teve a minha preferida, The Passanger, e terminou com Lust For Life. Ah! Sem esquecer que, a medida que o show andava, a calça dele caía. Na última música, o cofrinho tinha virado caixa-forte do Tio Patinhas.

Andrei 063

Iggy Pop… check! Minha lista de show imperdíveis e ainda possíveis está chegando ao fim. Daqui a duas semanas tem ACDC.

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O Planeta Terra em si me surpreendeu pelo organização. Estacionamento, fácil localização, seguranças, muitos bares e banheiros, o que não causa aglomeração e você é atendido rápido, curtição e o mais incrível: PlayCenter liberado para todos!

Pena que eu só soube disso quando cheguei lá. A Ju queria ter ido na montanha russa. Mas tava chovendo e eu corri da raia. E a fila do carro-choque era gigantesca.

Aliás, nota 10 para my Love que agüentou a chuva no osso, curtiu, cantou, brincou e riu das minhas palhaçadas. As usual., né, babe?

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Gostei do Richard Wolf e do dos ingleses da Metronomy, mas fiquei puto pelo show do The Ting Tings ser no mesmo horário do Iggy Pop. Lamentável.

 

O Iguana em Sampa

Posted in Músicas with tags , , on 06/11/2009 by andreifonseca

Amanhã, vou realizar um antigo sonho de adolescente: assistir a um show do Iggy Pop. Junto com Ramones e Johnny Cash, o “Iguana” (como é conhecido) faz parte das minhas principais influências musicais.

Sempre gostei do estilo inquieto dele no palco. Iggy parece uma lagartixa com câimbra, se move o tempo inteiro, se contorce, se atira na platéia e ainda canta. E corre de um lado para o outro.

Serei um dos visitantes do Planeta Terra, evento que trouxe o Iguana para o Brasil como principal atração. Justo. Porém, não há justificativa para colocar, no mesmo horário, os shows do Iggy Pop e do The Thing Things. Isso é um absurdo. Organização do evento… shame on you!

James Ostenberg (o nome verdadeiro do Iggy) já está no Brasil desde quarta-feira, fez um ensaio secreto ontem e fará outro hoje. Segundo informações, promete um show inesquecível.

Recentemente, lançou um disco chamado “Preliminaires”, com canções em inglês e francês. Muito jazz com pitadas de rock and roll. Destaque para Les Feuilles Mortes, canção francesa de 1945, e a insana I Wanna Go To The Beach.

O repertório é um mistério. Acredito que será um misto de clássicos e músicas recentes. Para que o leitor tenha idéia, postei dois vídeos, a começar pela canção que abre o novo cd.

E na sequencia, vem um clássico: a versão de Iggy Pop para Louie, Louie.

Na volta, conto os detalhes. Hasta La vista.