Arquivo para julho, 2009

T.G.I. Friday

Posted in Comunicação, Fica quieto!!, Mural with tags , , , , on 31/07/2009 by andreifonseca

Sexta-feira possui uma magia que pouco podemos explicar. Obviamente, antecede o final de semana, e expectativa é 50% do prazer. Mas ao mesmo tempo, o trabalho tende a ser mais leve. Se não o é, nós fazemos que fique desse jeito.

Além disso, as pessoas ficam mais ansiosas, mais felizes. Na Band, nós fazíamos reunião com cachorrinhos e salgadinhos nas sextas. Aqui na agência, adotamos o vinho para os dias frios e a cerveja durante o verão.

Portanto, vou postar vadiagens e distrações típicas deste dia. A começar pelo maravilhoso vídeo da Anabela, de Malhadas. Nossa heroína ligou para um programa de rádio em Portugal, onde os participantes, por telefone, deveriam adivinhar o peso de saco com qualquer conteúdo que seja. Aquele que acertasse no taco levava um prêmio. E havia a margem de ajuda, que no caso, era entre 4,500 e 4,650 quilos.

Confiram.

Bom, né? Segue mais um então. Gafes jornalísticas acontecem. Eu já protagonizei e presenciei centenas. Mas o Cléber Machado foi traído pelo princípio da busca incessante pela informação. O vídeo ainda tem a corneta do keyboard cat no final.

Encerro com frases extraídas do meu MSN, que assaz me diverte neste tão celebrado dia. Obviamente, há comentários posteriores.

“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.” (legal… ouvir essa bêbado deve ser interessante, melhor ainda tentar repetir sem errar)

“Eu só quero saber em qual rua minha vida vai encontrar com a sua” (compre um mapa. Ou GPS. Ajuda)

“I’m the Best, fuck the rest” (Nooooooooooooooooooooooooossa!)

T.G.I. Friday (Ieeeeiiii, babe! Thank God! Love u!)

“É melhor ser alegre que triste. Alegria é a melhor coisa que existe” (puxa… que legal…. rimou até)

“Parem o mundo que eu quero descer” (puxa a corda, filhote)

Era isso. Gozem a sexta-feira, amigos. Afinal, hoje, 31 de julho, é o dia mundial do orgasmo.

3Demais

Posted in Mural with tags , , , on 30/07/2009 by andreifonseca

Tive, ontem, a terceira experiência com 3D na minha vida. A primeira ocorreu nos idos tempos de 1980 e alguma coisa, quando eu era um fedelho fanático por videogame. Eu tinha o Master System, que além da pistola de raio laser, oferecia um óculos 3D para utilizar em alguns jogos.

Eu tinha um jogo apenas que aceitava essa tecnologia, era um de corrida, cujo nome não vou lembrar. Depois, meu primo emprestou outros. Para a época, era algo realmente fantástico. Uma tecnologia e tanto.

Tempos mais tarde, em 1998, fui ao show do Kiss, aqui em Porto Alegre. O tão falado “show de rock em 3D”. Wou! Além de ser uma experiência inesquecível ver o Kiss ao vivo, foi uma prova do que realmente é um show, no sentido completo da palavra. Explosões, passeio de teleférico do Paul Stanley e… 3D. Um telão avisava quando deveríamos colocar os óculos e olhar para o palco. Divertido também.

Mas ontem, aceitei o convite da Ju e fomos ver “A Era do Gelo 3”, no Unibando Artplex, na sala 3D. Olha… fantástico. Quem ainda não viu um filme nessa tecnologia, deve ver. Comparado às outras duas experiências que eu tive, essa foi infinitamente melhor.

Avançou demais, afinal, são praticamente 20 anos depois da primeira. A qualidade de imagem é incrível. Você percebe realmente os personagens bem na sua frente. Inclusive os créditos do filme são diferenciados.

Obviamente a sala estava lotada de crianças, coisa que a Fê Jaques deveria odiar. Mas era divertido observá-las de óculos esticando o braço para tocar os personagens.

Lamento ter deixado passar algumas oportunidades como os anteriores “Monstros vs Aliens” e um filme de terror, acho que era “O Dia dos Namorados Macabro”. Anyway. Serei presença certa nos próximos.

O ponto baixo da noite foi que eu dormi no iniciozinho do filme. Mas a Ju entende. Aliás… feliz aniversário de dois meses! Love u!

Pais e filhos

Posted in Histórias - A vida foi assim, Mural with tags , , , on 28/07/2009 by andreifonseca

Já pensei muito sobe a relação entre pais e filhos. A começar pela minha com meus pais. Eles foram fundamentais em todas as partes da minha vida. Na grande maioria, no lado bom.

Meu pai sempre foi um exemplo em muitas coisas e minha mãe a pessoa mais amorosa que eu conheci. Eles me ensinaram os primeiros significados da palavra amor. Em algumas situações, eu demorei para entender o sentido dessas lições, por não conseguir decodificá-las.

Na minha mudança, por exemplo, eles foram fundamentais. Me ajudaram com muita coisa, principalmente na aquisição de bens para o apê. Mas outro dia eu conto mais sobre a minha relação. O foco agora é outro.

Ontem, observei duas cenas que me tocaram. A primeira foi quando eu fui receber o sofá no meu apartamento. O móvel veio em um caminhão tercerizado da loja, com três pessoas, sendo dois deles pai e filho.

O pai mostrava bastante disposição, certamente deveria ser o dono do negócio. O filho era um menino de 15 ou 16 anos, bem magro. Não parecia muito feliz. Me passou a sensação de que era extremamente necessário estar junto ao pai para ajudar na entrega.

O guri mostrou perícia ao manipular o sofá. Mas seu olhar era triste. Possivelmente, ele ajudava o pai por necessidade, a família deveria precisar de mais uma mão no caminhão. Mas ele não queria estar ali.

A cabeça dele certamente estava com dúvidas sobre o futuro. Sua escolha profissional era outra, mas não podia negar. Afinal, era um pedido do pai dele. Sagrado, portanto. E o pai, por sua vez, sabia que fazia um bem ao filho, ensinando-o responsabilidade, um ofício.

A outra cena ocorreu em frente da agência, quando um grupo de pessoas descarregava vidros para colocar aqui. Observei um menino, mais jovem que o outro, extremamente concentrado, fazendo de tudo para mostrar ao pai que tinha as habilidades que ele requisitava. E o pai parecia compreensivo.

Esses dois fatos me remeteram ao passado, quando eu bem pequeno e sentava junto ao meu pai na sala. Ele gostava de corrigir provas na mesa de jantar e eu admirava aquela concentração toda em cima de folhas e mais folhas, com uma imponente caneta vermelha, que tinha o poder de dizer o que era certo ou errado.

Eu pedia para ajudar. Um dia, ele deixou. E eu peguei o gabarito e senti o poder que aquela caneta tinha, de dar um certo ou marcar uma cruz. Imaginei  qual seria o rosto de cada uma daquelas pessoas que eu avaliava e selava o destino. Eu gastava um tempo maior lendo os nomes ou tentando entender de que se tratava a questão.

Foi um bom aprendizado. Não tanto sobre estatística, mas sim sobre vida, amor, poder, admiração, pais e filhos.

Eu sei que é clichê, mas eu resolvi postar a música da Legião Urbana que leva o nome deste post. Se o caro leitor não é fã da maior banda de rock do Brasil – na minha opinião – não precisa curtir o som. Mas pense na letra, que diz muita coisa. E esqueça a melodia.

Mudei

Posted in Mural with tags , , on 27/07/2009 by andreifonseca

Estou de casa nova. Finalmente. Yeah! Um belo apartamento – loft, na verdade, com churrasqueira, cozinha americana, e da janela se entende perfeitamente o nome do bairro: Bela Vista.

No domingo, dá para observar o pessoal jogando golfe no Country Club e os corredores de final de semana praticando na Nilo Peçanha. A paisagem é inspiradora, sem dúvida. Relaxa e conforta.

Mas, de domingo retrasado até ontem, vivi uma semana intensa, correria absurda para mobiliar, consertar e reparar. Noooooossa! Mudar é um inferno. Foram pregos, parafusos, faxinas, marteladas, enfim, uma série de atividades que estressam. Mas agora voltei.

Porém, de TUDO que uma mudança causa de necessidades, eu deixo a minha dica para os “mudantes” de primeira viagem. Você pode ir morar em qualquer lugar e deixar para fazer as coisas já estando lá, exceto uma: chuveiro com água quente.

Bah, isso é um saco. Não tem problema se não tem fogão ou geladeira, afinal, existe a tele-entrega. Mas, não inventaram ainda tele-entrega de água quente. Você pode comprar depois uma máquina de lavar, mas é impossível tomar um banho frio com uma temperatura quase negativa do lado de fora.

Se não há onde gelar a cerveja, tem isopor e gelo… mas não tem como aquecer água na chaleira para tomar banho. Bom, vocês entenderam, né?

O chuveiro está meia-boca há sete dias. E, na segunda-feira passada, tomei banho gelado de manhã. Puta merda, foi um horror. Mas hoje, a novela tende a terminar.

A churrasqueira foi inaugurada ontem, em uma cerimônia familiar, que culminou numa batida de pernas pela avenida Ipiranga entre eu, a Ju e a minha mãe, sendo esta última responsável pela aquisição de um sofá, uma cadeira de escritório e duas estantes. Eu amo a minha mãe.

De noite, eu a Ju brincamos de marceneiro, montamos errado uma estande, desmontamos, remontamos, montamos a outra e hoje eu vou finalizar as duas, porque faltam 108 pregos, metade em cada. Daí os livros terão lugar. Ju, eu te amo, viu, sua lhoca!

A NET chegou no domingo de manhã, durante a corrida da F1. Desta vez, eu consegui ver a largada. O sofá vem hoje junto com o chuveiro novo e o móvel da TV na quarta-feira. Quinta, quero fazer alguma coisa. Ou sexta. Ou sábado. Talvez em dois dias. Ou nos três.

E assim vou me mudando. Da casa e de vida. Andei relapso com o blog aqui. Mas as coisas estavam corridas.

Nesse meio tempo, pensei sobre muitas coisas, mas acabei não planificando nenhuma. Devo histórias e reflexões nos próximos textos.

Quando o consumidor se vinga

Posted in Músicas with tags , , , , on 17/07/2009 by andreifonseca

Alguns leram meu odioso relato sobre a CEEE ontem. Pois é. Decidi postar um vídeo que recebi de uma “vingança” de um consumidor por um serviço mal prestado. E com enorme prejuízo financeiro.

O cantor country canadense Dave Carroll, vocalista da Sons of Maxwell, embarcou com a banda para o estado de Nebrasca, em um vôo da United Airlines. Ele tinha uma turnê por algumas cidades naquela região.

Assim que se acomodou, viu, pela janela do avião, um funcionário da United Airlines atirar o case com a sua guitarra para dentro do compartimento de bagagens. O coitado ficou apavorado e tentou conversar com a tripulação, que obviamente foi intransigente.

Resultado: o instrumento sofreu muitos danos e Dave teve um prejuízo de US$ 3.500,00, o valor de uma guitarra nova.

Ele tentou inúmeras vezes, durante nove meses, reaver o prejuízo e a companhia aérea disse que não podia fazer nada. Então, Dave prometeu para a última funcionária que conversara que faria três músicas sobre o ocorrido.

A primeira já saiu e chama-se “United Breaks Guitars”. Virou febre no youtube, com centenas de milhares de acessos e comentários positivos de usuários.

A companhia aérea ofereceu dinheiro e retorno do prejuízo para Dave Carroll, que anunciou que doará as quantias para uma instituição de caridade a escolha deles. Segundo o músico, ela já conseguiu o que queria e ainda pretende lançar as outras duas músicas.

Carroll acrescentou que não guarda ódio da United.

E se eu fizesse uma música para a CEEE, hein? Que tal? Tipo… “A CEEEéca quer me apagar”, ou então…. “Se liga, CEEE!”. Vou pensar…

Segue vídeo do Dave Carroll. Assistam com atenção, pois não tenho a letra.

CEEEéca

Posted in Comunicação, O mundo cruel with tags , , on 16/07/2009 by andreifonseca

Alguém já solicitação para a CEEE o serviço de ligação de energia elétrica em algum imóvel? Não? Pois bem… então, vocês não sabem o que é o inferno.

Tive que solicitar para o meu apartamento. Telefonei hoje pela manhã para a CEEE, ouvi o menu inicial e logo em seguida foi transferido para um atendente. Rápido.

Vibrei quando ele disse que poderia ser feito por telefone, mas achei estranho o tom que ele me abordou para avisar que “eu tinha que ter a relação EXATA dos aparelhos elétricos que eu iria usar”. Ok, segurança é fundamental. Mas a forma como ele disse foi do tipo “ô, burro, se tu quiser me atrapalhar aqui, é bom que seja importante, ta?”.

Seguimos a conversa, tentei descontrair, mas não deu certo. O cara continuava frio. Conferiu diversos dados pessoais e aí então chegamos na parte crítica do diálogo: a lista de equipamentos elétricos.

Como esta era a primeira vez que eu estava fazendo isso, eu quis perguntar várias coisas, para que eu entendesse melhor do que se tratava. Mas, meu interlocutor tinha didática zero e só estava interessado em saber das minhas respostas.

A todo momento, o atendente repetia “o senhor tem que saber o número exato dos equipamentos, senão eu não posso abrir o pedido, ok?”, em um tom que dizia na verdade “ô idiota, tu me fez fechar o jogo de paciência e agora não vai concluir? Termina de uma vez para que eu possa coçar de novo”.

telemarketing 

O ápice foi quando ele perguntou do ar-condicionado. Pô, eu não lembrava quantos BTUs tinha o que eu queria colocar no quarto. Daí, chutei. “9 mil, pode ser?”. Bah… o cara bufou no telefone e disse um pausado “Não…. não……” que parecia não ter fim. E começou, entre uma rangida de dentes e outra, a listar a numeração que existia realmente.

Ele repetia: “Olha, uma vez escolhido isso, o senhor não pode mudar, viu? A CEEE não altera a instalação”, como quem dizia: “Se tu errar, tu vai te foder, magrão! Babaca! Não entende nada de amperagem! Idiota! Burro!”.

Finalizada a conversa, fui solicitado a adquirir um disjuntor tripolar de 40 amperes. E o atendente sentenciou: “Se o senhor não instalar, a CEEE não fará a ligação, hein? A CEEE não instala disjuntor”.

Pô, custava dizer: “Senhor, já que é a primeira vez que o senhor solicita este serviço, devo informá-lo que a Companhia não blablablablá….”. Simples. Existem mil maneiras de preparar Neston. Por que tem que ser a pior, hein, CEEE?

Liguei para a imobiliária e eles me informaram que havia um disjuntor tripolar de 50 amperes instalado no imóvel. “Meu Deus!”, pensei. “E agora? Se eu ligar o Playstation e o prédio explodir?”.

Fiz novo contato com a CEEE para ver se era possível manter aquele disjuntor. Pra que, né? Atendeu uma moça tão estúpida quanto o outro rapaz, que fez questão de frisar que a “Companhia só vai instalar se tiver o disjuntor de 40 A, senão o serviço vai ser cancelado e haverá uma nova espera de dois dias”.

Pô… onde está a didática, meus amigos? Custa ser gentil? Precisa usar um tom de ameaça para que a pessoa se sinta inferior? Um criminoso? Um alienado porque não entende nada de amperagem? Ou este é o único momento do dia que estes se sentiam felizes por poderia tripudiar em cima de alguém?

No fim, comprei o disjuntor, chamei o instalador e ficou tudo resolvido. Agora é só esperar, afinal, não foi dado certeza da data e do horário. É uma loteria. Um dia eu vou acordar e poder gritar: “E Deus disse… ‘Faça-se a luz!’ ..e a luz se fez!”.

CEEE… shame on you! Damn your eyes!

telemarketing1

Vida nova

Posted in Mural with tags , , , on 15/07/2009 by andreifonseca

Hoje foi, sem dúvida, um dos dias mais importantes na minha vida. Tudo deu certo naquilo que eu pretendia fazer. Bem, quase tudo. Mas vou me ater ao que funcionou.

O contrato de locação do apartamento ficou pronto, faltava apenas um documento sobre o imóvel dos meus pais aqui de Porto Alegre. Aquele que a previsão era para a próxima segunda-feira. Decidi arriscar. Liguei para o cartório. Bingo! Estava pronto. Meu bate-papo com o cara dos adesivos de rock funcionou.

Após um almoço em tempo recorde, fui buscar o documento. Estacionei no mesmo lugar da última vez, daquela moça simpática que não me cobrou por ter sido rápido. Agora, eu prestei bem atenção no lugar para recomendar. Estacionamento Leão, na rua Washington Luís, 432. Um espaço pequeno, com uma escultura de leão gigante na parte de dentro.

Reparei na cabine onde ficava a senhora, que estava lá. Tinha um cartaz na frente que dizia “Nunca temos uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão”. Puxa vida. É verdade. E a impressão que ela me causara foi fantástica.

A exemplo de antes, foi muitíssimo rápido no cartório. Mas agora, a moça sorriu e disse: “Dois reais, senhor”. Tirei dinheiro da carteira e falei: “Vamos deixar por R$ 5,00, ok?”.

Depois, eu tinha que pegar o contrato e assinar em cartório junto com o fiador – meu pai, no caso. Combinamos um horário e foi quase tudo certo, exceto que a esposa do fiador deveria estar presente para assinar também. E eu havia me passado nesse detalhe. Mas ok. Após um leve esporro por telefone e uma “desligada na cara”, minha mãe concordou em levantar do sofá e vir ao nosso encontro.

Finalizado tudo, sou o locatário de um belo apartamento no bairro Bela Vista, em Porto Alegre. Um espaço maravilhoso, fantástico para quem vai – oficialmente – morar sozinho pela primeira vez.

Quando tudo ficou pronto, eu tinha vontade de gritar. De sair pela rua cantando de felicidade. De contar para todo mundo. De dizer que eu tinha o meu cantinho, do meu jeito, com as minhas coisas. Só faltava mudar. Mas antes, ligar a luz, é claro.

Vou omitir uma coisinha que me deixou triste hoje de manhã. Logo hoje. Logo nesse dia. Nem tudo é perfeito, infelizmente.

Tinha que dizer aos quatro ventos o quão feliz eu estava. Eu queria ligar para a Ju e para os meus amigos e contar a novidade. Mas voltei para a agência e comecei a trabalhar incessantemente. O Dark Journal acabou sendo meu canal de comunicação oficial.

Bah. To tri feliz. Muito mesmo.

Eba.